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O Ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou que a isenção das taxas moderadoras vai manter-se para os doentes com cancro, sem manifestação da doença e cinco anos após o diagnóstico.

logo governo«As consultas feitas no seguimento de doentes que tiveram sessões de radioterapia e quimioterapia estarão também isentas» referiu Paulo Macedo, à margem da Conferência sobre Sobreviventes de Cancro organizada pela Liga Portuguesa contra o Cancro, a decorrer na Gulbenkian, na qual esteve também presente a Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz.

Durante a sua intervenção na Sessão Inaugural, o Ministro da Saúde frisou que o novo regime de taxas moderadoras «continua a isentar os doentes com cancro durante o seu tratamento» e, mais importante ainda, «durante o seu seguimento».

«Consideramos isentos, de uma forma que é muito mais abrangente que a anterior, as pessoas com recursos económicos menores», referiu Paulo Macedo, acrescentando que a tutela decidiu isentar «todas as pessoas com incapacidade maior ou igual a 60%, o que corresponde aos benefícios fiscais, independentemente da doença, situação que não existia anteriormente».

Perante o número crescente de sobreviventes do cancro, o Ministro da Saúde destacou ainda o trabalho desenvolvido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, onde se destaca «a sua independência e a resistência à captura e que, em boa verdade, devem pautar todas as associações e outras entidades que surgem na órbita do cancro».

Ciente de que «o cancro é um tema prioritário da nossa Saúde Pública», Paulo Macedo referiu o Programa dirigido para o Cancro - liderado pelo Dr. Nuno Miranda - «que se tem distinguido em todos os lugares que ocupou com sentido ético, saber e profissionalismo que nos dão garantias de sucesso». Relembrou também o acordo recente assinado com a Apifarma para permitir «a continuação do acesso dos doentes a medicamentos hospitalares dispendiosos», muitos deles utilizados em oncologia, «com preços adequados e comportáveis para o Estado».

Entre as medidas prioritárias para combater a doença, o Ministro da Saúde apontou a melhoria da «prevenção primária», o «combate ao tabagismo» e o aumento de efetividade «nos rastreios e na resposta aos casos detetados».

«Essas preocupações são os nossos e os vossos desafios», referiu Paulo Macedo, acrescentando que «o nosso sistema de saúde, com o núcleo central no SNS que queremos tornar sustentável e duradoiro, vai responder da melhor forma ao desafio do cancro».

Fonte: Portal do Governo

pdf Intervenção do Ministro da Saúde na conferência sobre sobreviventes de cancro

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