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O Centro Internacional de Investigação sobre o Cancro da Organização Mundial de Saúde classificou, a 12 de junho de 2012, os gases de escape dos motores a gasóleo como cancerígenos para os humanos. O seu parecer sobre os gases do gasóleo (vulgo diesel)  de partículas provavelmente cancerígenas para certamente cancerígenas para os seres humanos. 

Logo IARCA classificação anterior data de 1988 mas, segundo esta agência, as provas das potencialidade cancerígenas dos gases do escape das viaturas a diesel, são agora irrefutáveis.

O grupo de trabalho declarou que existem provas suficientes para concluir que os gases de escape dos motores a gasóleo é uma causa de cancro de pulmão e algumas provas para pensar que os mesmos gases aumentam o risco de cancro da bexiga.

Fabricantes e construtores poderão ser levados a tribunal pelas vítimas de poluição, como já é o caso do tabaco, amianto, e, mais recentemente da energia nuclear.

pdfComunicado de Imprensa: IARC: DIESEL ENGINE EXHAUST CARCINOGENIC

carlos rodrigues
subcidio de alimentaçao no privado
boas gostaria de receber uma informaçao sobre o subcidio de alimentaçao no privado a questao e a seguinte meu patrao colocou um aviso que vai começar a para o subcidio por cartao nos somos obrigados a aceitar ou podemos recusar a nos informaram que somos obrigados a aceitar mas gostaria de saber se e verdade ou nao
Beatriz Madeira
Caro Carlos Rodrigues, boa tarde.

À partida, o empregador não pode alterar as condições contratuais negociadas individualmente com o trabalhador, e assentes em contrato assinado por ambas as partes, sem que haja acordo entre as partes.

Estamos a falar de alterações que podem estar relacionadas com o horário de trabalho, a antiguidade, as diuturnidades, os complementos à remuneração, o valor da própria remuneração, o local de exercício de funções, as próprias funções, os subsídios, entre outras coisas. Nenhuma condição contratual deve ser alvo de alterações sem que empregador e trabalhador concordem e assinem um qualquer documento que confirma esse acordo.

O empregador deve fazer uma proposta escrita com o descritivo da alteração pretendida, ao que o trabalhador dispõe de 14 dias seguidos à tomada de conhecimento da proposta para "recusar" a proposta (igualmente por escrito). Se o trabalhador não o fizer, considera-se a proposta aceite.

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