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As mensalidades destas instituições são calculadas de modo a assegurar o alojamento, a alimentação e os cuidados básicos de higiene pessoal, entre outras actividades que a instituição coloque ao dispor dos utentes.

Como calcular o pagamento do Lar de Terceira Idade?
Existem vários tipos de respostas sociais para pessoas idosas
Existem documentos que têm de estar afixados nos lares
Lares comparticipados pela Segurança Social

No entanto, é da responsabilidade do utente e da pessoa encarregue do idoso (por parte da família ou círculo de relações) todas as despesas com medicamentos, fraldas, próteses, cuidados médicos, de enfermagem e funerais. Isto também se aplica a serviços de cabeleireiro, barbeiro, calista, entre outros serviços normalmente considerados de estética.

mensalidade lar

Ana
Contas
Boa tarde,
Gostaria de saber o seguinte:
Meu sogro estava num lar comparticipado pelo estado, pagava 600 € prestação mensal mais 60 € em fraldas. Pergunto,
Meu sogro faleceu no dia 13/10/2019, recente, o lar reserva-se o direito de ficar com o montante total da mensalidade mais fraldas, ou terá de fazer contas até ao dia do seu falecimento e restituir o restante?

Beatriz Madeira
Por norma, este tipo de questões são respondidos por um regulamento interno que a instituição deverá ter, caso seja homologada pela Seg. Social. O "bom senso" diz que, caso a pessoa não necessite mais do serviço (por falecimento), assim como do bem em causa (fraldas), então a instituição deveria restituir o restante valor da mensalidade e das fraldas. Mas, como lhe dissemos, o lar "tem o direito" que estiver escrito no regulamento interno. Se estiver escrito que, em caso de falecimento de utente, o lar se reserva o direito de reter o valor da mensalidade e dos bens disponibilizados para o utente relativos ao mês em que ocorre o falecimento (ou qualquer coisa parecida), então será assim mesmo... lamentamos.
Ana
eu gostava de saber se e permitido o meu sogro que teve um AVC e nao mexe um lado do corpo, estar com a outra mao amarrada por estar sempre a tirar a sonda
Beatriz Madeira
Cara Ana, boa tarde.

Assumimos que nos faz a pergunta para obter uma resposta com suporte legal, coisa que não podemos fazer por não estarmos habilitados a fazer consultoria jurídica.

Deixamos-lhe, no entanto, duas reflexões e duas sugestões nesta matéria:

1º reflexão: o acompanhamento/tratamento de pessoas internadas em lares poderá nem sempre ser o desejável, mas dever-se-á atender a que há excelentes profissionais nestes equipamentos, a todos os níveis hierárquicos, que tudo fazem para que as condições de vida das pessoas internadas se pautem pela dignidade humana.

2ª reflexão: podendo não ser a condição ideal - manter uma mão presa enquanto a outra não tem mobilidade - admite-se que o seu sogro é agora uma pessoa dependente da sonda para manter as suas condições de saúde perto do desejável; assim, fazemos-lhe a seguinte pergunta: admitindo que a sonda é agora um elemento fundamental para a saúde do seu sogro e que este a retira, será que consegue fazer uma proposta alternativa ao lar para que o seu sogro deixe de retirar a sonda?

1ª sugestão: poderá consultar a legislação em vigor sobre lares no site Seg. Social, em http://www.seg-social.pt/legislacao?kw=lares

2ª sugestão: poderá consultar informação sobre o sistema de Qualidade a que as Respostas Sociais (incluindo os lares) estão sujeitas em http://www.seg-social.pt/programa-de-cooperacao-para-o-desenvolvimento-da-qualidade-e-seguranca-das-respostas-sociais

Maria Randon
Santa Casa da Misericordia de Mértola
Bom dia, gostaria de saber se a instituição acima indicada é comparticipada pelo Estado?? Como no Inverno passado foi divulgado em toda a comunicação social que o Estado Português pagou a todas as “Misericórdias” deste País os milhões em atraso e não ouvi que alguma tivesse sido excluída, daí a minha pergunta O caso é o seguinte: uma senhora idosa deu entrada naquela instituição numa altura em que não havia vagas na "ala da segurança social" que eles também têm e entrou como "privada", numa situação de emergência. Como privada, implica uma mensalidade muito elevada, que os filhos não podem suportar e as economias da senhora idosa já acabaram. Como a Instituição já tem vagas na ala da segurança social, os filhos apelaram à mudança, por carta, tiveram reuniões presenciais, para a mudança da Mãe para a ala da segurança social, visto ser muito mais económica e dentro das posses de pagamento.! Alegam que não podem fazer isso, se deu entrada como "privada" já não pode passar para a ala da "segurança social". O problema é que foram acumulando valores por pagar...e neste momento ultrapassam os 5.000€. A Instituição informa que fazem acordo de pagamento para o valor em dívida mas a "Mãe" vai ter que continuar na "ala privada", não irá passar para a "ala da segurança social", isso implica acumulação de mais dívida porque a reforma da senhora e o valor que os filhos podem pagar não dá para pagar a mensalidade a prestação do acordo de pagamento. Podem ajudar por favor? A minha pergunta é: se esta Instituição é apoiada financeiramente pelo Estado, se tem vagas na ala mais económica para esta utente e os familiares poderem pagar, porque fazem mão de ferro na questão humana que lhes é apresentada? Onde está o cariz de "solidariedade Social"? É suposto um(uma) Assistente Social ser formado nessa área e não em "gestão de empresas para dar lucro, certo? Por vezes esses responsáveis mais parecem gestores do que "assistentes sociais" e os problemas não têm resolução à vista. Obrigada pela vossa colaboração.
Maria
Podem mudar, sim senhora, não mudam porque não querem. Como assistente social, digo-lhe que a maior parte só pensa na parte lucrativa, e não quer saber da parte humana. E, o pior é que o dinheiro não serve para contratar mais pessoas nas funções realmente necessárias, mas sim para as cunhas, em funções que nem são necessárias no lar. É o país que temos e as instituições que temos, e sendo religiosas são piores ainda.
Beatriz Madeira
Muito embora as Misericórdias sejam comparticipadas, na sua maioria e no tipo de resposta social em causa (lar), a assistente social poderá a estar a ser "obrigada" a agir dessa forma por ser do regulamento da instituição o impedimento de transferência da senhora do "espaço privado" para o "espaço comparticipado". Como bem entenderá, é do interesse da instituição ter residentes privados, uma vez que pagam mais... A sugestão será falarem com a Seg. Social e pedir a colocação da senhora numa resposta social adequada e comparticipada pelo Estado.
Maria de Fátima
o meu pai esta num lar comparticipado por segurança social
Boa tarde,

o meu pai esta num lar há um ano ou seja desde Março 2015 esta tetraplegico devido ao diagnostico mal feito no hospital de almada e desde então tivemos que o por pq inflizmente a minha mae pior nesse mesmo hospital...e conseguimos uma vaga no lar comparticipado na nossa aldeia e fiz o contrato 85% da sua reforma mas depois disso dizem que os calculos 85% da reforma *14:12 fraldas e medicamentos...entretanto a minha mãe faleceu e recebemos o dinheiro para ajuda funeral e o lar pediu-nos e pra que se não bastasse tb quer a reforma de viuves do meu pai..será que e normal ...o meu pai recebe 549€ e pagavamos 546€ fraldas e medicamentos mas apartir de Novembro 681€ disseram que eram acertos com o da minha mae 964 do valor do falecimento. este mes dizem que ja não e 681 mas sim 690 por causa irs....e estão sempre a perguntar se temos bens...tomara eu e os meus irmaos pq eu e aminha irma estamos desempregadas e o meu irmao recebe pouquissimo e ainda tem que pagar as despesas dele nao sobra nada. como devemos saber se os calculos estao certos..

Obrigada e boa tarde

Beatriz Madeira
Nos equipamentos comparticipados, o cálculo do valor da prestação mensal considera, por norma, a remuneração total dos beneficiários (das pensões todas) e, quando este valor não cobre a mensalidade, inclui-se as remunerações dos descendentes (que podem incluir bens patrimoniais).
Bruno Oliveira
Pergunta
Exactamente o mesmo problema que tenho. Meu pai ainda por cima tem Parkinson e com demência e eu não tenho condições de dar o devido acompanhamento. Outro dia levantou-se a noite sozinho e caiu, por sorte não aconteceu nada de grave mas até quando poderá ficar assim? O que posso fazer? Não haverá nenhuma ajuda da segurança social nestes casos especiais? Estou numa situação desesperante, em que os médicos deste país, tanto no privado como no público não querem saber, dizem sempre que meu pai está bem mas está cada vez pior. Peço ajuda urgente, por favor!!!


manuel duarte espinheira disse:
eu gostaria de saber se um idoso com a reforma de 385euros pode ter que pagar uma mensalidade de 522euros num lar de terceira iadade da santa casas da mesericordia conpartecipado pela Segurança Social este preço não inclui fraldas nem medicamentos nem outras despezas já que eu filho não ter possivilidades para pagar a diferença gostava de ser esclarecido.

Beatriz Madeira
A resposta em http://sabiasque.pt/forum/23-apoio-ao-idoso/8819-pagamento-de-lar-bruno-oliveira.html
Beatriz Madeira
Caro Manuel Duarte Espinheira,

Pela informação de que dispomos, em principio, não é suposto o pagamento dos valores que indica. No entanto, a nossa sugestão é que peça para ler os estatutos e/ou regulamento interno onde devem constar as formas de pagamento das mensalidades, pois poderá haver acordos com a Segurança Social diferentes do habitual.

Pode também obter informações mais precisas sobre a Santa Casa em questão no site da União das Misericórdias Portuguesas (www.ump.pt) ou junto da Segurança Social.

Se for caso de haver alguma irregularidade, poderá fazer uma reclamação no livro de reclamações da instituição. Esta não pode negar o livro e, ao escrever a reclamação no livro, estará a efectuar a denúncia à Segurança Social. A instituição tem que enviar um dos duplicados da reclamação e a pessoa que apresenta a reclamação deve enviar uma fotocópia do seu duplicado (que a instituição lhe entrega o acto da reclamação) com outros documentos anexos que considere importantes para fundamentar a sua reclamação.

manuel duarte espinheira
eu gostaria de saber se um idoso com a reforma de 385euros pode ter que pagar uma mensalidade de 522euros num lar de terceira iadade da santa casas da mesericordia conpartecipado pela Segurança Social este preço não inclui fraldas nem medicamentos nem outras despezas já que eu filho não ter possivilidades para pagar a diferença gostava de ser esclarecido.
Beatriz Madeira
Cara Tânia Roque,

Acontece com muita frequência haver acumulação de funções em instituições sem fins lucrativos ou equipamentos comparticipados. Se isso provocar algum tipo de "incompatibilidade" para com os utentes, poderá ser questionado mas, em princípio, não constitui qualquer problema "legal" ou regulamentar.

Pedro Ferreira
o animador pode ser também no mesmo lar de idosos o director técnico?
Beatriz Madeira
Cara Aipereira,

Podem continuar a exigir a descriminação mensal da factura relativamente aos tratamentos, para que a instituição se veja obrigada a demonstrar sistematicamente o uso que faz do material pago pela família da utente. Se, ainda assim, vos parecer "abusivo", podem recorrer a outros técnicos (enfermeiros e/ou médicos) externos que vos façam um descritivo/relatório de tratamento de escaras e verificar se está de acordo com aquilo que a instituição vos cobra.

Aipereira
40
Boa tarde,
tenho a minha avó com 97 anos numa IPSS,de há 3 meses para cá , que necessita de cuidados de enfermagem, que nós temos que pagar; acontece que no recibo só vem descriminado tratamentos, será que a instituição não é obrigada a descriminar todos materiais que nos estão a cobrar ?.
No 1º mes exigimos essa descriminação, foi-nos facultada uma fotocópia da folha de enfermagem, a minha avó tem uma escara num pé, não está acamada, e debitaram 4 frascos de alcool nesse mes, qual será o tratamento que utiliza tanto alcool?.

4000 Caracteres remanescentes


O código do trabalho apresentado nesta página (Lei n.º 7/2009) e artigos anexos está em vigor desde Fevereiro de 2009 e foi atualizado com as alterações introduzidas . Para consultar o...

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