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Foi apresentado, a 16 de Março, em Lisboa, o “Plano Novas Energias”, que visa reduzir a factura das importações energéticas portuguesas em aproximadamente 2.000 milhões de euros e criar cerca de 120 mil postos de trabalho até 2020.

Logo O “Plano Novas Energias” (PNE) tem como metas reduzir a dependência energética de Portugal para 74%, cumprir os acordos de combate às alterações climáticas, de forma a que 60% da electricidade seja produzida por fontes renováveis, e diminuir em 25% o saldo importador energético com a energia produzida a partir de fontes endógenas, refere o Governo em comunicado, avançando que, para atingir esses objectivos, “os eixos principais são o automóvel eléctrico, as energias renováveis e a eficiência energética”.

Na apresentação das linhas orientadoras desta estratégia, o Primeiro-Ministro José Sócrates afirmou que o PNE será aprovado no Conselho de Ministros de 18 de Março, tal como o aumento da potência da energia eólica em 400 megawatts, num investimento de cerca de 400 milhões de euros. “É uma aposta nas energias renováveis. Sabemos exactamente o que há para fazer nas energias eólica, hídrica e solar. Queremos desenvolver todas as oportunidades para que a prazo, naturalmente em função das diferentes experiências, a melhor tecnologia se afirme”, referiu.

De acordo com o comunicado do Governo, esta iniciativa prevê que, em 2020, Portugal produza o equivalente a 60 milhões de barris anuais de petróleo com recursos próprios renováveis e que sejam criados cerca de 120 mil postos de trabalho, graças a medidas de eficiência energética como a “execução da rede de automóveis eléctricos, a redução do consumo dos combustíveis fosseis em 10% e a cobertura de 50% das habitações por redes inteligentes”.

O PNE prevê ainda o reforço das interligações a Espanha e ao resto da Europa, para reforçar a exportação de energia eléctrica, bem como a criação do um fundo de equilíbrio tarifário para absorver o impacto de um eventual choque petrolífero.

Data:17-03-2010

Fonte:Portais do Cidadão e da Empresa com Portal do Governo

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