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A campanha "Continuamos à Espera" é um grito de alerta contra a discriminação e a desigualdade. O objetivo é alertar para uma prática dos direitos humanos em igualdade de todas as pessoas, sobretudo as raparigas, os jovens e as mulheres.

Segundo os seus autores, a campanha "Continuamos à Espera" trata da discriminação e das desigualdades e “pretende informar, inspirar, mobilizar e agir em torno da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 com vista ao exercício dos direitos humanos em igualdade de todas as pessoas, sobretudo as raparigas, os jovens e as mulheres”. 

A CCC - Associação Corações com Coroa (Catarina Furtado), a P&D Factor - Associação para a Cooperação sobre População e Desenvolvimento (Alice Frade), a AJPAS - Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e Saúde (Dora Tomás) e a Oikos - Cooperação e Desenvolvimento (Pedro Krupenski) são as entidades/pessoas envolvidas na construção da mensagem da campanha e que dão a cara por este projeto. 

O movimento apela ao debate, à acção e contributo de parlamentares, de governos, de profissionais, de líderes juvenis, de associações não-governamentais, de fundações, de escolas, de universidades, de opinion-makers, de jornalistas, de órgãos de comunicação social e da população em geral.

Pretende-se evidenciar a necessidade de uma Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania Global e de um debate centrado nas temáticas da Saúde Sexual e Reprodutiva, Justiça Social, Igualdade de Género e Oportunidades e baseada nos Direitos Humanos.

A realidade mostra-se em números assustadores:

  • 1 em cada 9 raparigas será forçada a casar antes dos 15 anos.

  • 800 mulheres morrem por dia por causas associadas à gravidez e ao parto.

  • 3 milhões de mulheres e crianças sofrem anualmente de mutilação genital feminina.

  • 140 milhões de mulheres e crianças em todo mundo foram vítimas de mutilação genital feminina.

  • Cerca de 275 milhões de crianças são anualmente testemunhas de violência doméstica.

  • Em 2004, 126 milhões dos 218 milhões de crianças trabalhadoras executavam trabalhos perigosos e prejudiciais.

  • Em 2000, 5.7 milhões de crianças executavam trabalhos forçados ou em regime de servidão.

  • Em 2000, 1.8 milhões de crianças estavam envolvidas na prostituição e pornografia.

  • Em 2000, 1.2 milhões de crianças foram vítimas de tráfico.

  • Em 2002, cerca de 53.000 crianças dos 0 aos 17 anos de idade foram vítimas de homicídio.

Campanha Continuamos A EsperaA campanha "Continuamos à Espera" pretende chamar a atenção para:

  • A saúde sexual e reprodutiva em relação às áreas materno-infantil, planeamento familiar, saúde de adolescentes, prevenção do VIH e SIDA, parto e maternidade segura.

  • A educação das raparigas que promova o conhecimento, a manutenção no sistema de ensino e formação, que previna os casamentos precoces e forçados, a gravidez adolescente, a mutilação genital feminina, a violência e a discriminação.

  • A igualdade de género e de oportunidades que assegure a participação e reconhecimento dos contributos políticos, sociais e económicos das mulheres e jovens.

  • A justiça social que, no respeito pelos direitos humanos, promova e defenda o trabalho digno, a proteção social e o empoderamento como fatores essenciais ao desenvolvimento das pessoas, das famílias, das economias e do mundo.

Campanha "Continuamos à Espera"

Versão integral do spot da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=F4gFQdzk7E8

Versão curta do spot da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=1PqjfpmlEac

Notícias

http://www.youtube.com/watch?v=51CW-TZdEyE

http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/artigo/campanha-continuamos-a-espera-alerta-para-discriminacao-e-desigualdade

http://mulher.sapo.mz/actualidade/continuamos-a-espera-alerta-pa-361816-0.html

http://activa.sapo.pt/vida/sociedade/2014-01-16-catarina-furtado-apela-a-acao-na-campanha-continuamos-a-espera

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3633241

http://visao.sapo.pt/video-continuamos-a-espera=f765401

Maria Francisca
Não recebo qualquer rendimento, só pork n sou cigana nem estrangeira, estado tenho somente obrigações pagar imi etc, mas rendimentos n tenho o estado n se interessa, se vou roubar, se vou prestutuirme, meti papaeis todos que pe
Não recebo qualquer rendimento, só pork n sou cigana nem estrangeira, estado tenho somente obrigações pagar imi etc, mas rendimentos n tenho o estado n se interessa, se vou roubar, se vou prestutuirme, meti papaeis todos que pediram depois disseram k ainda n estava um ano desempregada, qdo mandei no inicio deste ano papel comprovativo como estava desempregada desde 30 dezembro 2013, ai nao mais obtive qualquer resposta! que pais é este ??????

Eu vou-me começar a mexer, pertencemos á união Europeia, e ha-de haver alguém que se importe com a situação dos cidadaos, que não nos empurre para o suicidio, como esta a fazer este Governo.

Maria Francisca Venceslau contribuinte ******** n.s. social ***********

PS: POR FAVOR SE ALGUEM SABE PARA ONDE DEVO ESCREVER PARA UNIÃO EUROPEIA, CÀ PARA segurança social, NAO VALE A PENA, NEM O BANCO ALIMENTAR ME DÀ NADA!!! INCRIVEL, ME AJUDEM A ESCREVER PARA ESTÂNCIAS QUE FAÇAM ALGO!!! ISTO AKI É UMA VERGONHA!!!! OBRIGADO O MEU CONTACTO *********

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