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Instituições Sociais vão ter "Bolsa de Oxigénio" de 150 Milhões de Euros - 19-06-2012

Existem vários tipos de respostas sociais para pessoas idosas

Existem documentos que têm de estar afixados nos lares

A mensalidade de um lar não inclui tudo o que é necessário para o idoso

Lares comparticipados pela Segurança Social

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Gustavo
*********
Contacto ********* posso ajudá-la se tiver intressada
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Teresa
Preciso urgente de Lar para o meu pai
Ola ,preciso saber como fazer ,pois preciso de um lar urgente para o meu pai .,,pois esta sozinho .Esta inscrito desde 2014 num Lar de Mogo de Anciaes ,e so me dizem que nao ha vagas .Nao ha uma forma ou entidade que me ajude no sentido de ter logo um lugar ?Onde posso me informar ?Ele esta no hospital ,mas logo saira ,e os filhos estao todos fora do pais ,que e onde posso me dirigir para resolver urgente .Obrigado.
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Beatriz Madeira
O melhor seria falar com a segurança social (Centro Distrital), com a Junta de Freguesia ou outra instituição que tenha a mesma resposta social (Lar). Poderá utilizar a Carta Social (http://www.cartasocial.pt/index2.php) para pesquisar lares homologados pela segurança social.
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Ângela Fins
Quanto vale ter o nosso familiar bem cuidado?
Boa tarde.

Desde muito nova que os velhinhos -como lhes chamo carinhosamente, me fascinam. Desde os meus 17 anos que me dedico a cuidar de adultos vulneráveis e não me imagino a fazer nada mais. Em Portugal infelizmente, a minha profissão não tem merecido o respeito que devia ter. Quer em condições de trabalho, quer em remuneração adequada, quer em formação para aqueles profissionais que como eu querem fazer o seu trabalho cada vez melhor. Hoje em dia, com 20 anos de experiencia e varias formações na área, vejo me obrigada a explorar o mercado de trabalho no estrangeiro, porque em Portugal tanto empresas como particulares preferem ter alguém sem qualificações a quem podem facilmente justificar o curto ordenado mínimo que lhe pagam e a quem ainda exigem que faça limpezas, jardinagem e sabe se lá mais o que.

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Ademar Tavares
Contribuíção mensal para um lar
Bom dia,
venho desta forma solicitar informações para o seguinte:
Somos 2 irmão com o nosso pai internado numa instituição da Santa Casa da Misericórdia. Está institucionaliz ado desde 2013. Nessa altura entrou com a minha mãe que entretanto faleceu. No contrato que foi assinado ficou estipulado que pagaria 600 euros/mês. Recentemente essa contribuição foi aumentada em 70 euros que ainda não está em vigor. O que pergunto é o seguinte; quais os critérios que utilizam para essa subida? Há alguma lei que regulamenta estas subidas? Que cálculo foi aplicado para chegarem a este valor? Ainda não tivemos acesso aos estatutos da instituição mas certamente e legalmente não deverão poder efetuar um aumento tão alto. Há uma cláusula no contrato que diz que os aumentos serão aplicados a partir de janeiro de cada ano, mas neste caso disseram que seria a partir de agosto deste ano por causa dos emigrantes que estiveram cá nessa altura.
A reforma que o meu pai aufere do estrangeiro e de cerca 670 euros líquidos. Se o aumento que efetuarem for de 70 euros o que sobra para a medicação? Para as idas aos centros de saúde, etc.? para os gastos do dia a dia? De referir que o meu pai é ainda bastante autónomo embora tome bastante medicação.
A medicação, consultas, idas a hospitais e outras valências é tudo pago à parte por nós. No início ficou apalavrado que seria tudo incluído no valor pago mensalmente, o que não ficou lavrado no contrato. O contrato assinado por ambas as partes não serve para nada?
Tudo o que foi exposto aqui foi falado por telefone e pessoalmente, não havendo nenhum documento escrito. Neste momento querem fazer uma adenda ao contrato que define o aumento em 70 euros. Não somos contra o aumento apenas não entendemos o valor ser tão alto, deveria ser um valor mais razoável e justo.
Fico grato por uma possível resposta para este aumento.
Obrigado.

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António Manuel
comparticipação lar idoso numa IPSS
Uma IPSS com a valência de Lar de Idosos com determinado número de camas devidamente licenciada pela segurança social, é comparticipada por esta em apenas cerca de 60% da capacidade aprovada. No calculo das mensalidades têm dois critérios: Para os utentes que tenham a sorte de ocupar as vagas comparticipadas (60%) pagam um valor fixo inferior. Os restantes utentes (40%) porque estão excluídos sem culpa alguma, da comparticipação da SS e por vezes até, com rendimentos muito inferiores aos que beneficiam da comparticipação, é-lhes aplicada uma mensalidade cerca de 35% mais elevada.
Gostaria de saber se está correto este procedimento, ou se para ambos os casos o critério de cálculo é sempre baseado na fórmula da SS, não podendo em caso algum ultrapassar o custo real do utente apurado pela IPSS, desde que mencionado no respetivo regulamento interno.

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José Carlos
Resposta
O procedimento é igual para todos
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Maria Gomes
Maus tratos a idosos
Boa noite,

Tenho o meu pai com demência e está ao cuidado da minha mãe que não tem problemas além dos normais da velhice.

O problema só começa quando a minha mãe maltrata o meu pai a nível verbal, insultando-o de tudo o que é palavrão existente, acrescendo que neste momento o meu pai já se vai descuidando volta e meia piorando um pouco a situação.

A minha mãe, que acho normal não conseguir tratar dele pois é um homem bastante grande, não quer que ninguém venha cá a casa cuidar dele pois teria de pagar como é óbvio não lhe interessa.

Esqueci-me de mencionar que o meu pai tem duas reformas e a mais baixa delas é de 1000€, mas a minha mãe não tem interesse em pô-lo num lar pois assim não terá dinheiro para fazer a vida que quer.

Estou a contactar para saber a quem me dirigir para resolver esta situação.

Atenciosamente
Maria

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Beatriz Madeira
Informação sobre lares comparticipados pela segurança social em http://sabiasque.pt/lares-comparticipados -pela-seguranca-social.html

Para procurar um lar homologado pela segurança social deve aceder à Carta Social em http://www.cartasocial.pt/index1.php

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José Manuel Reis
A dificuldade de Pais
Estimada, Maria ,
Vou tentar partilhar com VC o assunto que nos diz respeito, a dificuldades dos nossos pais a encarar uma realidade.
Em março 2004, fui informado das dificuldades reais que os meus pais tinham na vida quotidiana , mais propriamente a minha mãe (Problemas de Alzheimer ). Estando no estrangeiro, o que Fazer? Pedi ao meu pai que tinha ainda todas as suas capacidades intelectuais contrariamente a minha mãe, de vir ter comigo enquanto a sua mulher ficava em casa de uma irmã minha em Portugal.
A sua chegada, o primeiro objectivo, foi de me ocupar da saúde precária : depressão e visão.
2- obj, fazer um pedido de ajuda domiciliaria a segurança social em Portugal, o que foi aceite de imediato e que o lar aceitou esta ajuda em previsão de os guiar para este serviço que é o mais adaptado para a situação.
Três meses após, a minha mãe chegou para companhia do seu marido. Uma vez o casal reunido, o 3ro objectivo, foi de os convencer de aceitar esta ajuda domiciliaria que não foi tão fácil , o meu pai insistia que a sua esposa ainda era capaz de fazer frente a situação e então recusavam ajuda exterior. O tempo ia passando e conversa andava sempre a volta do mesmo, dizendo: não quero ninguém lá em casa, a tua mãe ainda vai fazendo o comer etc. etc. A saber que a estadia deles na minha companhia aqui, era provisória. O problema de aceitar ou não aceitar ajuda, vinha mais do marido que da esposa, enquanto ele não dissesse a palavra sim, a esposa ajudava-o a recusar.
Regressar ao seu domicilio sem uma decisão, era continuar na situação interior.
Durante alguns meses, notei as grandes dificuldades da minha mãe : esquecimento das coisa, incontinência, confusa motricidade reduzida etc. .
Visto não haver resultado nas minhas proposições, tentei deixa-los frentes as dificuldades que eles viviam quotidianamente . Por 3 vezes consecutivas deixei o necessários para a confecção do almoço enquanto eu ia trabalhar. Resultado : a comida ou estava crua, ou cozida demasiadamente e o fogão por vezes ficava aceso (elétrico). Uma vizinha vinha sempre verificar se não havia perigo. Hora o meu pai, ficava bravo e quando eu chegava do trabalho, verificava que ele não estava satisfeito e a esposa, com um ar triste .
Com esta realidade, a minha conversa com eles sobre a ajuda domiciliaria era cada vez mais exigente e firme. Ao ponto onde tive que dizer que se eles não aceitassem essa ajuda, regressavam a Portugal na mesmas condições visto que a vida deles era em Portugal e não aqui comigo. Entretanto fomos dar um passeio pelos campos em fevereiro 2015, assentados num banco voltei a enumerar as dificuldades e ao fim da conversa o meu pai diz ! Olha mulher, vamos ver o que é, pois se for bom continuamos se não, logo se vê.
O meu pai ficou comigo 24 meses e a minha mãe 11 .
Em 21 de junho 2005, o casal regressou ao seu domicilio, uma semana após, cheguei eu para receber o almoço e partilhar com eles. Nessa semana a comida foi de excelente qualidade, bem condicionado, boa quantidade. O serviço domiciliário prestou os serviços necessários para que os meus pais continuassem juntos uma vida mais longa possível.
Como vê, não é fácil, foi preciso mãos de veludo paciência muito dialogo. Alguns Pais não estão preparados para enfrentar esta realidade. Para eles, isto é uma forma de violência e uma perca dignidade .
Com a ajuda domiciliaria, eles já tinham um pé dentro do lar em caso : um tempo depois o meu pai entrou no Lar e em seguida a minha mãe. Em 2010 o meu pai faleceu e a minha mãe se encontra acamada e vive no seu mundo.
Espero que estas linhas lhe ajude um pouco.
Queira receber os meus melhores e sinceros comprimentos.
José Reis



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