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DESCRIPTION:Esta comemoração tem por finalidade sensibilizar e motivar as p
 essoas quanto à necessidade de poupar energia\, além de alertar sobre os i
 mpactos ambientais advindos da geração e a importância de preservar os rec
 ursos naturais. É também uma oportunidade de promover energias renováveis.
 \nDicas Verdes: \n\nSubstituir uma lâmpada incandescente de 100 W de potên
 cia por uma lâmpada fluorescente compacta equivalente (de alta eficiência)
 \;\nDesligar os aparelhos no botão\, em vez de desligar no comando pode le
 var a uma grande poupança\;\nRetirar os alimentos do congelador atempadame
 nte\, de forma a estes terem tempo de descongelar\, e não necessitar de re
 correr ao micro-ondas\;\nBaixar o lume dos cozinhados após estes iniciarem
  a sua fervura\, consome menos gás e mantém a temperatura de cozedura. Des
 ligue o lume um pouco antes de terminar o cozinhado\, pois o calor present
 e no tacho é suficiente para acabar de cozer os alimentos\;\nSempre que po
 ssível\, evitar a centrifugação da máquina de lavar e secar a roupa ao sol
  e/ou vento. Esta energia é gratuita\;\nLigar as máquinas de lavar roupa e
  louça só quando estiverem cheias e utilize os programas de mais baixa tem
 peratura\;\nPara economizar energia sob a forma de aquecimento\, isole mel
 hor a habitação\, por exemplo\, os telhados\, janelas\, portas e paredes. 
 Colocar vidros duplos\;\nEvitar a utilização de aquecedores com a resistên
 cia eléctrica à vista: o seu consumo é muito elevado e secam demasiado ao 
 ar.\nEvitar abrir a porta do forno durante o cozinhado\, pois este vai pre
 cisar de bastante energia para recuperar a temperatura a que estava anteri
 ormente\;\n\nDicas para uma eco-condução\nEquipamentos elétricos que fazem
  aumentar as contas\nMantenha-se quente numa casa fria\nMantenha a casa qu
 ente sem aquecedores\nInvestimentos ecológicos em casa\nCertificação Energ
 ética obrigatória nos anúncios comerciais de imóveis a partir de 1 Dezembr
 o 2013\nDetectar fugas de água e analisar consumo para reduzir custos\nEco
 -condução na Transportes Sul do Tejo (TST)\nAgricultura VS ambiente - A cr
 iação de gado\nA reciclagem explicada aos Portugueses\n  https://sabiasque
 .pt/agenda/evento/10021-dia-nacional-da-energia.html
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LOCATION:Portugal (Portugal)
SUMMARY:Dia Nacional da Energia
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DESCRIPTION:Notícias ao Minuto - Cannes: Cineasta critica austeridade 'que 
 provocou miséria em Portugal'\nO realizador cineasta britânico Ken Loach\,
  que conquistou hoje a sua segunda Palma de Ouro em Cannes\, defendeu o ci
 nema como forma de protesto e considerou que a austeridade 'provocou a mis
 éria de milhões de pessoas desde a Grécia a Portugal'. https://sabiasque.p
 t/agenda/evento/11893-cineasta-critica-austeridade-que-provocou-miseria-em
 -portugal.html
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SUMMARY:Cineasta critica austeridade 'que provocou miséria em Portugal'
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 ue-provocou-miseria-em-portugal.html
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DESCRIPTION:Notícias ao Minuto - Governo surpreendido com recusa de estivad
 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
 ]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores\n  https://sabiasque.pt/agenda/eve
 nto/11927-greve-dos-estivadores.html
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LOCATION:Portugal (Portugal)
SUMMARY:Greve dos Estivadores
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 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
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 nto/11928-greve-dos-estivadores.html
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  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
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 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
 ]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores\n  https://sabiasque.pt/agenda/eve
 nto/11930-greve-dos-estivadores.html
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DESCRIPTION:Notícias ao Minuto - Governo surpreendido com recusa de estivad
 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
 ]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores\n  https://sabiasque.pt/agenda/eve
 nto/11931-greve-dos-estivadores.html
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DESCRIPTION:Notícias ao Minuto - Governo surpreendido com recusa de estivad
 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
 ]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores\n  https://sabiasque.pt/agenda/eve
 nto/11932-greve-dos-estivadores.html
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DESCRIPTION:Notícias ao Minuto - Governo surpreendido com recusa de estivad
 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
 ]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores\n  https://sabiasque.pt/agenda/eve
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DESCRIPTION:Consulte todas as notícias sobre a reposição das 35 horas neste
  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
 atos da Administração Pública (Fesap) convocará uma greve à 8ª hora.Num co
 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/11952-reposicao-das-35-horas-laborais.html
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SUMMARY:Reposição das 35 horas laborais
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 s.html
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DESCRIPTION:Esquerda.net - Lançado manifesto contra a exploração de petróle
 o e gás em Portugal\nDezenas de personalidades publicam esta segunda-feira
  o manifesto “Dez razões contra a exploração de gás e petróleo no Algarve 
 e no resto do país”. Leia aqui o manifesto e a lista dos subscritores. htt
 ps://sabiasque.pt/agenda/evento/11953-manifesto-contra-a-exploracao-de-pet
 roleo-e-gas-em-portugal.html
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DESCRIPTION:Consulte todas as notícias sobre a reposição das 35 horas neste
  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
 atos da Administração Pública (Fesap) convocará uma greve à 8ª hora.Num co
 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/11971-reposicao-das-35-horas-laborais.html
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DESCRIPTION:Consulte todas as notícias sobre a reposição das 35 horas neste
  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
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 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
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  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
 atos da Administração Pública (Fesap) convocará uma greve à 8ª hora.Num co
 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/11973-reposicao-das-35-horas-laborais.html
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DESCRIPTION:Consulte todas as notícias sobre a reposição das 35 horas neste
  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
 atos da Administração Pública (Fesap) convocará uma greve à 8ª hora.Num co
 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/11974-reposicao-das-35-horas-laborais.html
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DESCRIPTION:Consulte todas as notícias sobre a reposição das 35 horas neste
  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
 atos da Administração Pública (Fesap) convocará uma greve à 8ª hora.Num co
 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/11975-reposicao-das-35-horas-laborais.html
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DESCRIPTION:Esquerda.net - Manifestação dos estivadores\nPrecariedade\, nem
  para os estivadores\, nem para ninguém. O deputado Heitor de Sousa afirma
  a solidariedade do Bloco para com a luta dos estivadores e os objetivos e
 ssenciais que a têm norteado.\nPúblico - Estivadores manifestam-se em fren
 te à Assembleia contra a precariedade\nManifestação partiu do Cais do Sodr
 é. Às 17h30 a Assembleia da República já estava rodeada de grades.\nNegóci
 os - Estivadores desfilam para o parlamento ao som do rebentamento de peta
 rdos\nVárias centenas de estivadores estão hoje a desfilar em Lisboa desde
  as 18:30\, em direcção à Assembleia da República\, numa marcha de protest
 o contra a precariedade\, que se faz notar pelo rebentamento de petardos.
 \nObservador - >Estivadores desfilam para o parlamento ao som do rebentame
 nto de petardos\nCentenas de estivadores estão a desfilar em direção à Ass
 embleia da República numa marcha de protesto contra a precariedade laboral
 . No protesto estão delegações da CGTP e do Bloco de Esquerda.\nDinheiro V
 ivo - Estivadores desfilam para o Parlamento ao som de petardos\nVárias ce
 ntenas de estivadores estão hoje a desfilar em Lisboa desde as 18:30\, em 
 direção à Assembleia da República\, numa marcha de protesto contra a preca
 riedade\, que se faz notar pelo rebentamento de petardos.A abrir a manifes
 tação\, vão algumas dezenas de trabalhadores portuários\, vestidos de pret
 o e de cara tapada\, com a bandeira portuguesa\, segurando uma faixa que d
 á o mote ao protesto: “precariedade nem para os estivadores nem para ningu
 ém\, todos por todos\, porto a porto\, empresa a empresa\, setor a setor”.
 \nNotícias ao Minuto - Estivadores desfilam para Parlamento ao som do rebe
 ntamento de petardos\nVárias centenas de estivadores estão a desfilar em L
 isboa desde as 18:30\, em direção à Assembleia da República\, numa marcha 
 de protesto contra a precariedade\, que se faz notar pelo rebentamento de 
 petardos.\nCGTP-IN - Manifestação dos estivadores contra precariedade\nOs 
 estivadores manifestam-se hoje\, a partir das 18 horas\, contra a precarie
 dade laboral\, sob o lema 'Precariedade? Nem para os estivadores nem para 
 ninguém'. Trabalhadores de vários portos nacionais vão concentrar-se no Ca
 is do Sodré\, às 18:00 horas\, dirigindo-se depois para a Assembleia da Re
 pública. Uma delegação da CGTP-IN\, encabeçada por José Manuel Oliveira\, 
 da Comissão Executiva\, estará presente nesta acção de luta.\nDinheiro Viv
 o - Estivadores manifestam-se em Lisboa contra precariedade laboral\nOs es
 tivadores manifestam-se esta quinta-feira contra a precariedade laboral\, 
 enquanto o sindicato continua a negociar com os operadores do Porto de Lis
 boa um novo Contrato Coletivo de Trabalho para minimizar o impacto da lei\
 , em vigor desde 2013.Sob o lema “Precariedade? Nem para os estivadores ne
 m para ninguém”\, a concentração\, que contará com trabalhadores de vários
  portos nacionais\, está marcada para as 18:00 no Cais do Sodré\, dirigind
 o-se depois para a Assembleia da República.\nNotícias ao Minuto - Estivado
 res manifestam-se hoje contra a precariedade laboral\nOs estivadores manif
 estam-se hoje contra a precariedade laboral\, enquanto o sindicato continu
 a a negociar com os operadores do Porto de Lisboa um novo Contrato Coletiv
 o de Trabalho para minimizar o impacto da lei\, em vigor desde 2013.\nNotí
 cias ao Minuto - Estivadores manifestam-se contra precariedade trazida pel
 a legislação\nOs estivadores manifestam-se na quinta-feira contra a precar
 iedade laboral\, enquanto o sindicato continua a negociar com os operadore
 s do Porto de Lisboa um novo Contrato Coletivo de Trabalho para minimizar 
 o impacto da lei\, em vigor desde 2013.\nEsquerda.net - Estivadores chamam
  Ministério Público a investigar falta de medicamentos na Madeira\nNa vésp
 era da manifestação contra a precariedade convocada pelo Sindicato dos Est
 ivadores\, António Mariano garante que os estivadores carregaram todos os 
 contentores que se dirigiam à Madeira\, cumprindo os serviços mínimos decr
 etados.\nNotícias ao Minuto - Sindicato acusa empresas de atrasarem negoci
 ações do contrato coletivo\nO Sindicato dos Estivadores acusou hoje os ope
 radores do Porto de Lisboa de tentarem introduzir aspetos no Contrato Cole
 tivo de Trabalho que não estavam previstos\, defendendo que a contratação 
 coletiva não pode ser feita à pressa.\nPúblico - Estivadores garantem que 
 têm estado presentes nas negociações do contrato colectivo\nSindicato dos 
 Estivadores foi chamado ao Parlamento para explicar conflito no Porto de L
 Isboa.\nObservador - Estivadores exigem investigação judicial sobre falta 
 de medicamentos na Madeira\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, An
 tónio Mariano\, exige que o Ministério Público investigue quem\, de facto\
 , provocou a rutura de 'stock' de medicamentos na Madeira.\nNotícias ao Mi
 nuto - Assinatura do CCT dos estivadores adiada. Uma das partes faltou\nA 
 ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, afirmou hoje que o novo Contrato Co
 letivo de Trabalho (CCT) dos estivadores do Porto de Lisboa não foi ainda 
 assinado porque 'uma das partes não está em Portugal'.\nPúblico - Estivado
 res e operadores precisam “de mais algum tempo” para concluir acordo\nMini
 stra Ana Paula Vitorino fez ponto de situação na audição parlamentar.\nNeg
 ócios - Ministério do Mar reúne operadores portuários terça-feira\nA minis
 tra do Mar desvalorizou o atraso na assinatura do novo Contrato Colectivo 
 de Trabalho (CCT) entre operadores e estivadores do porto de Lisboa\, mas 
 vai reunir-se terça-feira\, 14 de Junho\, com a comunidade portuária para 
 fazer um 'ponto de situação'.\nPúblico - Ministra do Mar faz amanhã ponto 
 de situação sobre acordo com estivadores\nAna Paula Vitorino reúne-se com 
 comunidade portuária de Lisboa\, numa altura em que o acordo entre operado
 res e estivadores ainda não foi assinado.\nObservador - Ministra do Mar de
 svaloriza atraso no contrato coletivo\nA Ministra do Mar desvaloriza atras
 o na assinatura do novo Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) entre operador
 es e estivadores do porto de Lisboa. Reunião agendada para terça-feira\nDi
 nheiro Vivo - Ministra do Mar desvaloriza atraso no novo contrato coletivo
 \nA Ministra do Mar desvalorizou esta segunda-feira o atraso na assinatura
  do novo Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) entre operadores e estivadore
 s do porto de Lisboa\, mas vai reunir-se terça-feira com a comunidade port
 uária para fazer um “ponto de situação”.“Quero acreditar que [as negociaçõ
 es e a celebração do acordo] não estão em causa. Na sexta-feira foi feriad
 o nacional\, hoje é feriado municipal em Lisboa. Estou em crer que essa pe
 quena dilação que houve tem a ver com a existência destes feriados”\, diss
 e Ana Paula Vitorino\, durante uma visita de trabalho ao porto de Setúbal.
 \nNotícias ao Minuto - Ministra do Mar desvaloriza atraso no novo contrato
  coletivo do porto de Lisboa\nA Ministra do Mar desvalorizou hoje o atraso
  na assinatura do novo Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) entre operadore
 s e estivadores do porto de Lisboa\, mas vai reunir-se terça-feira com a c
 omunidade portuária para fazer um 'ponto de situação'.\nNegócios - Contrat
 o colectivo dos estivadores do Porto de Lisboa falha prazo acordado\nO nov
 o Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) dos estivadores do Porto de Lisboa 
 não foi concluído no prazo de 15 dias\, acordado entre os operadores portu
 ários e o sindicato a 27 de Maio.\nExpresso - Operadores “estão a regressa
 r” ao Porto de Lisboa\n“Já existem operadores que estão a regressar. Claro
  que nunca é a 100%. Mas esperamos recuperar a atividade que tínhamos ante
 s da greve dos estivadores ao longo deste ano”\, diz a presidente da admin
 istração do Porto de Lisboa\nNotícias ao Minuto - Operadores 'estão a regr
 essar' ao Porto de Lisboa\nA presidente da Administração do Porto de Lisbo
 a disse hoje que há operadores que já retomaram as operações e que espera 
 até ao final do ano recuperar a atividade para os níveis anteriores à grev
 e dos estivadores.\nDinheiro Vivo - Sindicato dos Estivadores promove ação
  contra a precariedade\nA ideia partiu do Sindicato dos Estivadores e o ob
 jetivo é que participem nesta manifestação os estivadores e os restantes c
 olegas que trabalham nos portos\, as também os trabalhadores dos demais se
 ctores e os desempregados. As respostas revelam uma adesão por parte dos m
 ais diversos setores de atividade. Os protestos começam dia 7 de junho.A c
 onvocatória da manifestação conta com as adesões da CGTP\, Fectrans (Feder
 ação dos Sindicatos dos Transportes)\, do movimento de mulheres de estivad
 ores “Flores do Cais”\, da Solid\, da UMAR\, dos Precários Inflexíveis\, d
 o Sindicato Nacional dos Assistentes Sociais\, do Sindicato dos Call Cente
 r\, ou ainda de trabalhadores das Comissões de Trabalhadores da GroundForc
 e\, do Banco Santander-Totta\, o M12M – Academia Cidadã e a Plataforma con
 tra o TTIP.\nNegócios - Estivadores querem estender condições de Lisboa a 
 outros portos\nO sindicato dos estivadores quer que as condições laborais 
 agora asseguradas em Lisboa sejam estendidas 'de Leixões a Sines\, de Avei
 ro à Figueira da Foz e Setúbal\, do Caniçal à Praia da Vitória'.\nEsquerda
 .net - Keynes\, os seus netos e os estivadores\nCom a sua persistência\, o
 s estivadores conseguiram uma vitória\, não só para si\, mas em nome de um
 a ideia que não foi esquecida: já somos netos de Keynes\, a exploração já 
 não devia ser a norma\, muito menos a 'nova' norma.\nEsquerda.net - Mais u
 ma ronda em que os estivadores bateram a precariedade\nMantém-se\, pelos e
 stivadores mas não só\, marcada a Manifestação contra a Precariedade\, dia
  16 de Junho\, às 18h no Cais do Sodré. Perante uma vitória\, é preciso co
 ntinuar a avançar.\nNotícias ao Minuto - Acordo com os estivadores 'é um c
 ompromisso duradouro'\nAcordo entre estivadores e operadores portuários su
 spendeu a greve no porto de Lisboa.\nEsquerda.net - Estivadores mantêm man
 if para “enterrar precariedade em Portugal”\nO Sindicato dos Estivadores p
 ublicou o acordo alcançado para o porto de Lisboa e defende que “as nossas
  condições laborais com direitos sejam o referencial para os estivadores d
 outros portos”. Dia 16 há manifestação em Lisboa.\nNegócios - Greve reduzi
 u a metade contentores em Lisboa\nO movimento de contentores no porto de L
 isboa recuou 46% em Abril\, mês em que os estivadores entraram em greve. E
 m contrapartida\, Setúbal e Leixões registaram fortes crescimentos.\nExpre
 sso - Maria Luís: “Acordo com estivadores é um retrocesso”\nVice-president
 e do PSD está preocupada com o que diz ser uma “cedência total” às reivind
 icações dos trabalhadores. E teme o contágio para “outros portos e outros 
 setores”\nObservador - Porto de Lisboa. Queda da atividade intensifica-se 
 até abril\nO impacto do conflito entre estivadores e operadores do Porto d
 e Lisboa está à vista: a atividade caiu 15\,4% até Abril. Sines transporto
 u mais de metade da carga movimentada nos portos do continente.\nExpresso 
 - Movimento do Porto de Lisboa caiu 15\,4% até abril\nSob o efeito da últi
 ma greve dos estivadores em Lisboa\, o porto de Sines voltou a crescer de 
 janeiro a abril\, pesando 53% da atividade portuária do continente\, o que
  já equivale a cerca de cinco vezes o porto de Lisboa. Leixões opera quase
  o dobro do porto da capital\nExpresso - Para Bloco e PCP\, luta dos estiv
 adores é exemplo a seguir\n“Trabalhadores de todo o país: vede o exemplo d
 os estivadores\, uni-vos e lutai!” Bem podia ser esta a palavra de ordem d
 e bloquistas e comunistas\, depois do acordo alcançado no Porto de Lisboa
 \nNotícias ao Minuto - 'Finalmente' estivadores retomaram trabalho\, afirm
 a Vasco Cordeiro\nO presidente do Governo dos Açores\, Vasco Cordeiro\, di
 sse hoje que 'finalmente' os estivadores retomaram o trabalho no Porto de 
 Lisboa\, reafirmando que a greve estava a causar 'perturbações' à economia
  regional.\nPúblico - Estivadores voltam ao Porto de Lisboa depois de 40 d
 ias de greve\nDepois do acordo alcançado na sexta-feira\, Porto de Lisboa 
 volta a movimentar cargas\nExpresso - 40 dias depois\, os estivadores volt
 am ao trabalho\nNo Porto de Lisboa\, já se nota o regresso dos estivadores
  ao trabalho\, 40 dias após o início da greve\nDinheiro Vivo - Estivadores
  regressam hoje ao Porto de Lisboa após suspensão da greve\nA movimentação
  de cargas e descargas volta hoje ao Porto de Lisboa\, 40 dias após o iníc
 io da greve dos estivadores\, suspensa no sábado depois de terem chegado a
  acordo com os operadores.Além dos navios com chegada prevista\, há pelo m
 enos um de contentores\, há ainda muita carga acumulada em terra\, que se 
 foi juntando desde 20 de abril\, apesar de nos últimos dias uma parte ter 
 sido retirada com a presença da PSP e debaixo da contestação dos piquetes 
 de greve.\nObservador - Estivadores regressam ao Porto de Lisboa após susp
 ensão da greve\nA movimentação de cargas e descargas volta esta segunda-fe
 ira ao Porto de Lisboa\, 40 dias após o início da greve dos estivadores\, 
 suspensa no sábado depois de terem chegado a acordo com os operadores.\nNo
 tícias ao Minuto - Estivadores regressam hoje ao Porto de Lisboa após susp
 ensão da greve\nA movimentação de cargas e descargas volta hoje ao Porto d
 e Lisboa\, 40 dias após o início da greve dos estivadores\, suspensa no sá
 bado depois de terem chegado a acordo com os operadores.\nNegócios - Crist
 as diz que porto de Lisboa está prisioneiro dos estivadores\nA presidente 
 do CDS-PP\, Assunção Cristas\, afirmou este domingo que o porto de Lisboa 
 está prisioneiro dos estivadores e comparou a circunstância ao condicionam
 ento industrial do antigo regime português.\nDinheiro Vivo - Cristas diz q
 ue Porto de Lisboa está prisioneiro dos estivadores\nA presidente do CDS-P
 P\, Assunção Cristas\, afirmou hoje que o porto de Lisboa está prisioneiro
  dos estivadores e comparou a circunstância ao condicionamento industrial 
 do antigo regime português.A líder centristas comentou o acordo alcançado\
 , no sábado\, entre estivadores e operadores\, considerando que “mostra ma
 is uma vez como o Partido Comunista e os Sindicatos impõem soluções ao Gov
 erno” socialista liderado por António Costa.\nNotícias ao Minuto - Cristas
  diz que porto de Lisboa está prisioneiro dos estivadores\nA presidente do
  CDS-PP\, Assunção Cristas\, afirmou hoje que o porto de Lisboa está prisi
 oneiro dos estivadores e comparou a circunstância ao condicionamento indus
 trial do antigo regime português.\nDinheiro Vivo - A lei que levou a 441 d
 ias de greve dos estivadores\nO conflito entre estivadores e operadores do
  Porto de Lisboa vem desde 2012. Foi em novembro desse ano que PSD\, CDS e
  PS aprovaram\, no Parlamento\, o novo Regime Jurídico do Trabalho Portuár
 io\, alterando uma lei que se mantinha desde 1993.O objetivo era claro: co
 rtar custos. “O regime jurídico que agora se estabelece visa contribuir pa
 ra uma racionalização da gestão de mão-de-obra nos portos portugueses\, po
 r forma a viabilizar o abaixamento dos custos de operação portuária\, cond
 ição indispensável para que os portos nacionais possam enfrentar com suces
 so os exigentes os exigentes desafios do futuro”. Álvaro Santos Pereira\, 
 então ministro da Economia do governo de Passos Coelho\, detalhava\, até\,
  qual teria de ser a dimensão desses cortes: era preciso reduzir custos em
  25% e 30% para aumentar a competitividade.\nDinheiro Vivo - Estivadores. 
 O retrato de uma luta que dura há quatro anos\n“De um coletivo de desconhe
 cidos a um grupo de profissionais em forte protesto”. Foi assim que\, em 2
 013\, durante uma de várias manifestações que foram feitas desde então\, A
 ntónio Mariano\, presidente do Sindicato dos Estivadores\, descrevia a cla
 sse.A descrição não estava longe da verdade. Os estivadores deixaram de se
 r um grupo desconhecido e vieram encher noticiários desde que\, em 2012\, 
 deram início a uma série de greves que já acumulam 441 dias de paralisação
  no Porto de Lisboa. Os salários em atraso\, as horas mal pagas e a incert
 eza de cada dia de trabalho são histórias que começam agora a ganhar espaç
 o\, sobretudo pelas palavras das mulheres dos estivadores.\nNegócios - Cat
 arina Martins: 'A luta dos estivadores é exemplar do caminho que é preciso
  fazer'\nA porta-voz do Bloco de Esquerda\, Catarina Martins\, considerou 
 hoje que a greve dos estivadores do Porto de Lisboa foi exemplar do caminh
 o que tem de ser feito em defesa da contratação colectiva em Portugal.\nPú
 blico - Jerónimo de Sousa diz que a 'luta' esteve na base da conquista dos
  estivadores\nSecretário-geral do PCP criticou Bruxelas por pretender apli
 car sanções por défice excessivo.\nEsquerda.net - “A luta dos estivadores 
 foi exemplar na defesa da contratação coletiva”\nCatarina Martins intervei
 o no encerramento do Fórum 'Desigualdades sociais: quebrar o ciclo' sobre 
 a luta dos estivadores e o acordo alcançado\, sobre precariedade e propost
 as que a combatam e ainda a proposta de introdução de “leques salariais” e
 m empresas\, para limitar o fosso salarial entre administração e trabalhad
 ores.\n[...]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/12015-luta-dos-estivadores.html
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DESCRIPTION:Público - “Crato foi o que mais massacrou a escola pública desd
 e o 25 de Abril”\, acusa Ana Benavente\nMovimento em defesa da escola públ
 ica foi a Belém sensibilizar o Presidente para a importância do ensino fin
 anciado pelo Estado e a necessidade de “reverter o ciclo de cortes” no pró
 ximo Orçamento do Estado.\nPúblico - Nuno Crato é testemunha dos colégios 
 privados contra o ministério\nEx-ministro da Educação vai depor a favor do
 s colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicia
 l que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próx
 imos dias.\nEsquerda.net - Nuno Crato vai depor a favor das rendas aos col
 égios\nDepois do distanciamento do Presidente da República e do silêncio d
 o PSD e CDS no debate do Estado da Nação\, o tema dos contratos de associa
 ção redundantes está entregue aos tribunais. Colégios apresentam o ex-mini
 stro Crato como o seu maior trunfo.\nNegócios - Nuno Crato vai ser testemu
 nha dos colégios contra o ministério da Educação\nO ex-ministro da Educaçã
 o Nuno Crato é uma das principais testemunhas que o movimento que represen
 ta os colégios com contrato de associação quer levar a tribunal. O objecti
 vo é que o ministro explique que as turmas de início de ciclo estão garant
 idas\, escreve o DN.\nObservador - Ex-ministro da Educação vai ser testemu
 nha de colégios privados\nNuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos 
 colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a red
 ução pelo Governo dos contratos de associação.\nNotícias ao Minuto - OE te
 rá que ser 'momento' de reversão de asfixia da escola pública\nO Orçamento
  do Estado para 2017 terá que ser o 'primeiro momento' para 'inverter o ci
 clo de corte e asfixia' na escola pública\, alertou hoje o secretário-gera
 l da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)\, Mário Nogueira.\nPúbli
 co - “A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino 
 privado”\nA académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz ac
 tiva contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públic
 os de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privat
 ização.”\nExpresso - Nuno Crato vai ser testemunha dos colégios privados c
 ontra o Governo\nO ex-ministro da Educação e João Casanova de Almeida\, an
 tigo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar\, vão teste
 munhar do lado dos colégios privados contra a atual gestão do Ministério\n
 Observador - IGF diz que governo não conhece eficácia dos apoios de 451 mi
 lhões dados a colégios privados\nInspeção-Geral de Finanças diz que apoios
  públicos ao ensino privado e cooperativo atingiram 451 milhões em 2013 e 
 2014\, mas governo não controla situação económica de alunos nem eficácia 
 dos apoios.\nNotícias ao Minuto - Estado deu 451 milhões a escolas privada
 s sem saber eficácia das verbas\nO Ministério da Educação atribuiu 451 mil
 hões de euros\, entre 2013 e 2014\, a estabelecimentos de ensino particula
 r e cooperativo\, sem conhecer a eficácia de utilização destes dinheiros p
 úblicos\, alertou a Inspeção-Geral de Finanças (IGF).\nNotícias ao Minuto 
 - Defensores da escola pública vão ser recebidos pelo Presidente\nO secret
 ário-geral da Federação Nacional dos Professores\, Mário Nogueira\, disse 
 hoje à Lusa que uma delegação do movimento defensor da escola pública que 
 organizou a manifestação de 18 de junho será recebida pelo Presidente da R
 epública quinta-feira.\nEsquerda.net - 'Escola Pública voltou a ser um fat
 or de mobilização para a sociedade'\nJoana Mortágua interveio no debate de
 sta sexta-feira sobre o balanço do ano escolar.\nExpresso - Blogues de Edu
 cação juntam-se “pela escola pública”\nManifesto defende “mais respeito\, 
 atenção e investimento” na escola pública e critica anos de “cortes” e med
 idas que a “burocratizam de forma doentia”\nNotícias ao Minuto - Artigo so
 bre manifestação. Fenprof fala em “dois pesos e duas medidas'\nFenprof rea
 ge à polémica em torno do artigo sobre a manifestação pela escola pública.
 \nNotícias ao Minuto - PSD questiona Governo sobre contrato de associação 
 de escola da Guarda\nOs deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da
  Guarda anunciaram hoje que questionaram o Governo sobre as alterações das
  regras dos contratos de associação relativamente à Escola Regional Dr. Jo
 sé Dinis da Fonseca/Outeiro de São Miguel.\nExpresso - Movimento Defesa da
  Escola Ponto manifesta-se este domingo no Porto\nO movimento que defende 
 as escolas que têm contrato de associação com o Estado manifesta-se esta m
 anhã no Porto contra os cortes no financiamento no privado\nObservador - P
 orto sai à rua contra fim dos contratos de associação nas escolas privadas
 \nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no Po
 rto\, no âmbito de uma manifestação contra fim dos contratos de associação
  nas escolas privada. Organização espera 10 mil pessoas.\nNotícias ao Minu
 to - Milhares protestam contra fim dos contratos de associação nos colégio
 s\nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no P
 orto\, no âmbito de uma manifestação contra o fim dos contratos de associa
 ção nas escolas privadas\, na qual a organização espera 10.000 participant
 es.\nObservador - Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias
 \nUma avó foi à manifestação em defesa da escola pública para reclamar a e
 ntrada dos netos num colégio privado. Mas os milhares que desfilaram\, est
 e sábado\, em Lisboa\, defenderam a política do Governo.\nCGTP-IN - Milhar
 es de pessoas em defesa da Escola Pública\nMais de 80 mil pessoas concentr
 aram-se\, este sábado\, na Praça Marquês de Pombal\, em Lisboa\, em defesa
  da escola pública.Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras 
 dos sindicatos de professores e da CGTP-IN\, milhares de pessoas pretender
 am mostrar que a escola pública é de qualidade\, mas precisa de ter mais i
 nvestimento.'Escola pública é de todos\, a privada é só de alguns'\, 'A ed
 ucação é um direito\, sem ela nada feito'\, 'Duplicar o financiamento é es
 banjar o orçamento' e 'Dinheiro do Estado não pode ir para o privado' fora
 m algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes\, que empun
 havam cartazes alusivos ao tema da marcha.Na intervenção feita pelo secret
 ário-geral da CGTP-IN\, Arménio Carlos\, afirmou que esta manifestação 'nã
 o é do contra\, mas sim pela escola pública'\, considerou que 'não é justo
  manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas' e acrescen
 tou ainda que 'não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olh
 os esta manifestação'\, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. 
 Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater 'o embuste
 ' do número de colégios privados que andavam 'a viver à custa do Orçamento
  do Estado'\, que são 39.Já Mário Nogueira disse\, no final do desfile que
  contou com a participação de pais\, alunos\, professores\, sindicalistas\
 , políticos\, reformados e ativistas de movimentos sociais\, além de cente
 nas de famílias - 'Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da es
 cola pública'.Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio
 \, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal\, verificou a agência Lu
 sa no local.\n \n[...]\n \nLeia mais aqui: Em Defesa da Escola Pública htt
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DESCRIPTION:Público - “Crato foi o que mais massacrou a escola pública desd
 e o 25 de Abril”\, acusa Ana Benavente\nMovimento em defesa da escola públ
 ica foi a Belém sensibilizar o Presidente para a importância do ensino fin
 anciado pelo Estado e a necessidade de “reverter o ciclo de cortes” no pró
 ximo Orçamento do Estado.\nPúblico - Nuno Crato é testemunha dos colégios 
 privados contra o ministério\nEx-ministro da Educação vai depor a favor do
 s colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicia
 l que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próx
 imos dias.\nEsquerda.net - Nuno Crato vai depor a favor das rendas aos col
 égios\nDepois do distanciamento do Presidente da República e do silêncio d
 o PSD e CDS no debate do Estado da Nação\, o tema dos contratos de associa
 ção redundantes está entregue aos tribunais. Colégios apresentam o ex-mini
 stro Crato como o seu maior trunfo.\nNegócios - Nuno Crato vai ser testemu
 nha dos colégios contra o ministério da Educação\nO ex-ministro da Educaçã
 o Nuno Crato é uma das principais testemunhas que o movimento que represen
 ta os colégios com contrato de associação quer levar a tribunal. O objecti
 vo é que o ministro explique que as turmas de início de ciclo estão garant
 idas\, escreve o DN.\nObservador - Ex-ministro da Educação vai ser testemu
 nha de colégios privados\nNuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos 
 colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a red
 ução pelo Governo dos contratos de associação.\nNotícias ao Minuto - OE te
 rá que ser 'momento' de reversão de asfixia da escola pública\nO Orçamento
  do Estado para 2017 terá que ser o 'primeiro momento' para 'inverter o ci
 clo de corte e asfixia' na escola pública\, alertou hoje o secretário-gera
 l da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)\, Mário Nogueira.\nPúbli
 co - “A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino 
 privado”\nA académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz ac
 tiva contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públic
 os de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privat
 ização.”\nExpresso - Nuno Crato vai ser testemunha dos colégios privados c
 ontra o Governo\nO ex-ministro da Educação e João Casanova de Almeida\, an
 tigo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar\, vão teste
 munhar do lado dos colégios privados contra a atual gestão do Ministério\n
 Observador - IGF diz que governo não conhece eficácia dos apoios de 451 mi
 lhões dados a colégios privados\nInspeção-Geral de Finanças diz que apoios
  públicos ao ensino privado e cooperativo atingiram 451 milhões em 2013 e 
 2014\, mas governo não controla situação económica de alunos nem eficácia 
 dos apoios.\nNotícias ao Minuto - Estado deu 451 milhões a escolas privada
 s sem saber eficácia das verbas\nO Ministério da Educação atribuiu 451 mil
 hões de euros\, entre 2013 e 2014\, a estabelecimentos de ensino particula
 r e cooperativo\, sem conhecer a eficácia de utilização destes dinheiros p
 úblicos\, alertou a Inspeção-Geral de Finanças (IGF).\nNotícias ao Minuto 
 - Defensores da escola pública vão ser recebidos pelo Presidente\nO secret
 ário-geral da Federação Nacional dos Professores\, Mário Nogueira\, disse 
 hoje à Lusa que uma delegação do movimento defensor da escola pública que 
 organizou a manifestação de 18 de junho será recebida pelo Presidente da R
 epública quinta-feira.\nEsquerda.net - 'Escola Pública voltou a ser um fat
 or de mobilização para a sociedade'\nJoana Mortágua interveio no debate de
 sta sexta-feira sobre o balanço do ano escolar.\nExpresso - Blogues de Edu
 cação juntam-se “pela escola pública”\nManifesto defende “mais respeito\, 
 atenção e investimento” na escola pública e critica anos de “cortes” e med
 idas que a “burocratizam de forma doentia”\nNotícias ao Minuto - Artigo so
 bre manifestação. Fenprof fala em “dois pesos e duas medidas'\nFenprof rea
 ge à polémica em torno do artigo sobre a manifestação pela escola pública.
 \nNotícias ao Minuto - PSD questiona Governo sobre contrato de associação 
 de escola da Guarda\nOs deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da
  Guarda anunciaram hoje que questionaram o Governo sobre as alterações das
  regras dos contratos de associação relativamente à Escola Regional Dr. Jo
 sé Dinis da Fonseca/Outeiro de São Miguel.\nExpresso - Movimento Defesa da
  Escola Ponto manifesta-se este domingo no Porto\nO movimento que defende 
 as escolas que têm contrato de associação com o Estado manifesta-se esta m
 anhã no Porto contra os cortes no financiamento no privado\nObservador - P
 orto sai à rua contra fim dos contratos de associação nas escolas privadas
 \nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no Po
 rto\, no âmbito de uma manifestação contra fim dos contratos de associação
  nas escolas privada. Organização espera 10 mil pessoas.\nNotícias ao Minu
 to - Milhares protestam contra fim dos contratos de associação nos colégio
 s\nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no P
 orto\, no âmbito de uma manifestação contra o fim dos contratos de associa
 ção nas escolas privadas\, na qual a organização espera 10.000 participant
 es.\nObservador - Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias
 \nUma avó foi à manifestação em defesa da escola pública para reclamar a e
 ntrada dos netos num colégio privado. Mas os milhares que desfilaram\, est
 e sábado\, em Lisboa\, defenderam a política do Governo.\nCGTP-IN - Milhar
 es de pessoas em defesa da Escola Pública\nMais de 80 mil pessoas concentr
 aram-se\, este sábado\, na Praça Marquês de Pombal\, em Lisboa\, em defesa
  da escola pública.Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras 
 dos sindicatos de professores e da CGTP-IN\, milhares de pessoas pretender
 am mostrar que a escola pública é de qualidade\, mas precisa de ter mais i
 nvestimento.'Escola pública é de todos\, a privada é só de alguns'\, 'A ed
 ucação é um direito\, sem ela nada feito'\, 'Duplicar o financiamento é es
 banjar o orçamento' e 'Dinheiro do Estado não pode ir para o privado' fora
 m algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes\, que empun
 havam cartazes alusivos ao tema da marcha.Na intervenção feita pelo secret
 ário-geral da CGTP-IN\, Arménio Carlos\, afirmou que esta manifestação 'nã
 o é do contra\, mas sim pela escola pública'\, considerou que 'não é justo
  manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas' e acrescen
 tou ainda que 'não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olh
 os esta manifestação'\, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. 
 Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater 'o embuste
 ' do número de colégios privados que andavam 'a viver à custa do Orçamento
  do Estado'\, que são 39.Já Mário Nogueira disse\, no final do desfile que
  contou com a participação de pais\, alunos\, professores\, sindicalistas\
 , políticos\, reformados e ativistas de movimentos sociais\, além de cente
 nas de famílias - 'Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da es
 cola pública'.Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio
 \, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal\, verificou a agência Lu
 sa no local.\n \n[...]\n \nLeia mais aqui: Em Defesa da Escola Pública htt
 ps://sabiasque.pt/agenda/evento/12072-em-defesa-da-escola-publica.html
DTSTART;VALUE=DATE:20160528
LOCATION:Portugal (Portugal)
SUMMARY:Em defesa da Escola Pública
URL:https://sabiasque.pt/agenda/evento/12072-em-defesa-da-escola-publica.ht
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DESCRIPTION:Público - “Crato foi o que mais massacrou a escola pública desd
 e o 25 de Abril”\, acusa Ana Benavente\nMovimento em defesa da escola públ
 ica foi a Belém sensibilizar o Presidente para a importância do ensino fin
 anciado pelo Estado e a necessidade de “reverter o ciclo de cortes” no pró
 ximo Orçamento do Estado.\nPúblico - Nuno Crato é testemunha dos colégios 
 privados contra o ministério\nEx-ministro da Educação vai depor a favor do
 s colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicia
 l que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próx
 imos dias.\nEsquerda.net - Nuno Crato vai depor a favor das rendas aos col
 égios\nDepois do distanciamento do Presidente da República e do silêncio d
 o PSD e CDS no debate do Estado da Nação\, o tema dos contratos de associa
 ção redundantes está entregue aos tribunais. Colégios apresentam o ex-mini
 stro Crato como o seu maior trunfo.\nNegócios - Nuno Crato vai ser testemu
 nha dos colégios contra o ministério da Educação\nO ex-ministro da Educaçã
 o Nuno Crato é uma das principais testemunhas que o movimento que represen
 ta os colégios com contrato de associação quer levar a tribunal. O objecti
 vo é que o ministro explique que as turmas de início de ciclo estão garant
 idas\, escreve o DN.\nObservador - Ex-ministro da Educação vai ser testemu
 nha de colégios privados\nNuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos 
 colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a red
 ução pelo Governo dos contratos de associação.\nNotícias ao Minuto - OE te
 rá que ser 'momento' de reversão de asfixia da escola pública\nO Orçamento
  do Estado para 2017 terá que ser o 'primeiro momento' para 'inverter o ci
 clo de corte e asfixia' na escola pública\, alertou hoje o secretário-gera
 l da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)\, Mário Nogueira.\nPúbli
 co - “A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino 
 privado”\nA académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz ac
 tiva contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públic
 os de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privat
 ização.”\nExpresso - Nuno Crato vai ser testemunha dos colégios privados c
 ontra o Governo\nO ex-ministro da Educação e João Casanova de Almeida\, an
 tigo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar\, vão teste
 munhar do lado dos colégios privados contra a atual gestão do Ministério\n
 Observador - IGF diz que governo não conhece eficácia dos apoios de 451 mi
 lhões dados a colégios privados\nInspeção-Geral de Finanças diz que apoios
  públicos ao ensino privado e cooperativo atingiram 451 milhões em 2013 e 
 2014\, mas governo não controla situação económica de alunos nem eficácia 
 dos apoios.\nNotícias ao Minuto - Estado deu 451 milhões a escolas privada
 s sem saber eficácia das verbas\nO Ministério da Educação atribuiu 451 mil
 hões de euros\, entre 2013 e 2014\, a estabelecimentos de ensino particula
 r e cooperativo\, sem conhecer a eficácia de utilização destes dinheiros p
 úblicos\, alertou a Inspeção-Geral de Finanças (IGF).\nNotícias ao Minuto 
 - Defensores da escola pública vão ser recebidos pelo Presidente\nO secret
 ário-geral da Federação Nacional dos Professores\, Mário Nogueira\, disse 
 hoje à Lusa que uma delegação do movimento defensor da escola pública que 
 organizou a manifestação de 18 de junho será recebida pelo Presidente da R
 epública quinta-feira.\nEsquerda.net - 'Escola Pública voltou a ser um fat
 or de mobilização para a sociedade'\nJoana Mortágua interveio no debate de
 sta sexta-feira sobre o balanço do ano escolar.\nExpresso - Blogues de Edu
 cação juntam-se “pela escola pública”\nManifesto defende “mais respeito\, 
 atenção e investimento” na escola pública e critica anos de “cortes” e med
 idas que a “burocratizam de forma doentia”\nNotícias ao Minuto - Artigo so
 bre manifestação. Fenprof fala em “dois pesos e duas medidas'\nFenprof rea
 ge à polémica em torno do artigo sobre a manifestação pela escola pública.
 \nNotícias ao Minuto - PSD questiona Governo sobre contrato de associação 
 de escola da Guarda\nOs deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da
  Guarda anunciaram hoje que questionaram o Governo sobre as alterações das
  regras dos contratos de associação relativamente à Escola Regional Dr. Jo
 sé Dinis da Fonseca/Outeiro de São Miguel.\nExpresso - Movimento Defesa da
  Escola Ponto manifesta-se este domingo no Porto\nO movimento que defende 
 as escolas que têm contrato de associação com o Estado manifesta-se esta m
 anhã no Porto contra os cortes no financiamento no privado\nObservador - P
 orto sai à rua contra fim dos contratos de associação nas escolas privadas
 \nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no Po
 rto\, no âmbito de uma manifestação contra fim dos contratos de associação
  nas escolas privada. Organização espera 10 mil pessoas.\nNotícias ao Minu
 to - Milhares protestam contra fim dos contratos de associação nos colégio
 s\nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no P
 orto\, no âmbito de uma manifestação contra o fim dos contratos de associa
 ção nas escolas privadas\, na qual a organização espera 10.000 participant
 es.\nObservador - Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias
 \nUma avó foi à manifestação em defesa da escola pública para reclamar a e
 ntrada dos netos num colégio privado. Mas os milhares que desfilaram\, est
 e sábado\, em Lisboa\, defenderam a política do Governo.\nCGTP-IN - Milhar
 es de pessoas em defesa da Escola Pública\nMais de 80 mil pessoas concentr
 aram-se\, este sábado\, na Praça Marquês de Pombal\, em Lisboa\, em defesa
  da escola pública.Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras 
 dos sindicatos de professores e da CGTP-IN\, milhares de pessoas pretender
 am mostrar que a escola pública é de qualidade\, mas precisa de ter mais i
 nvestimento.'Escola pública é de todos\, a privada é só de alguns'\, 'A ed
 ucação é um direito\, sem ela nada feito'\, 'Duplicar o financiamento é es
 banjar o orçamento' e 'Dinheiro do Estado não pode ir para o privado' fora
 m algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes\, que empun
 havam cartazes alusivos ao tema da marcha.Na intervenção feita pelo secret
 ário-geral da CGTP-IN\, Arménio Carlos\, afirmou que esta manifestação 'nã
 o é do contra\, mas sim pela escola pública'\, considerou que 'não é justo
  manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas' e acrescen
 tou ainda que 'não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olh
 os esta manifestação'\, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. 
 Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater 'o embuste
 ' do número de colégios privados que andavam 'a viver à custa do Orçamento
  do Estado'\, que são 39.Já Mário Nogueira disse\, no final do desfile que
  contou com a participação de pais\, alunos\, professores\, sindicalistas\
 , políticos\, reformados e ativistas de movimentos sociais\, além de cente
 nas de famílias - 'Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da es
 cola pública'.Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio
 \, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal\, verificou a agência Lu
 sa no local.\n \n[...]\n \nLeia mais aqui: Em Defesa da Escola Pública htt
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DESCRIPTION:Público - “Crato foi o que mais massacrou a escola pública desd
 e o 25 de Abril”\, acusa Ana Benavente\nMovimento em defesa da escola públ
 ica foi a Belém sensibilizar o Presidente para a importância do ensino fin
 anciado pelo Estado e a necessidade de “reverter o ciclo de cortes” no pró
 ximo Orçamento do Estado.\nPúblico - Nuno Crato é testemunha dos colégios 
 privados contra o ministério\nEx-ministro da Educação vai depor a favor do
 s colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicia
 l que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próx
 imos dias.\nEsquerda.net - Nuno Crato vai depor a favor das rendas aos col
 égios\nDepois do distanciamento do Presidente da República e do silêncio d
 o PSD e CDS no debate do Estado da Nação\, o tema dos contratos de associa
 ção redundantes está entregue aos tribunais. Colégios apresentam o ex-mini
 stro Crato como o seu maior trunfo.\nNegócios - Nuno Crato vai ser testemu
 nha dos colégios contra o ministério da Educação\nO ex-ministro da Educaçã
 o Nuno Crato é uma das principais testemunhas que o movimento que represen
 ta os colégios com contrato de associação quer levar a tribunal. O objecti
 vo é que o ministro explique que as turmas de início de ciclo estão garant
 idas\, escreve o DN.\nObservador - Ex-ministro da Educação vai ser testemu
 nha de colégios privados\nNuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos 
 colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a red
 ução pelo Governo dos contratos de associação.\nNotícias ao Minuto - OE te
 rá que ser 'momento' de reversão de asfixia da escola pública\nO Orçamento
  do Estado para 2017 terá que ser o 'primeiro momento' para 'inverter o ci
 clo de corte e asfixia' na escola pública\, alertou hoje o secretário-gera
 l da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)\, Mário Nogueira.\nPúbli
 co - “A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino 
 privado”\nA académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz ac
 tiva contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públic
 os de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privat
 ização.”\nExpresso - Nuno Crato vai ser testemunha dos colégios privados c
 ontra o Governo\nO ex-ministro da Educação e João Casanova de Almeida\, an
 tigo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar\, vão teste
 munhar do lado dos colégios privados contra a atual gestão do Ministério\n
 Observador - IGF diz que governo não conhece eficácia dos apoios de 451 mi
 lhões dados a colégios privados\nInspeção-Geral de Finanças diz que apoios
  públicos ao ensino privado e cooperativo atingiram 451 milhões em 2013 e 
 2014\, mas governo não controla situação económica de alunos nem eficácia 
 dos apoios.\nNotícias ao Minuto - Estado deu 451 milhões a escolas privada
 s sem saber eficácia das verbas\nO Ministério da Educação atribuiu 451 mil
 hões de euros\, entre 2013 e 2014\, a estabelecimentos de ensino particula
 r e cooperativo\, sem conhecer a eficácia de utilização destes dinheiros p
 úblicos\, alertou a Inspeção-Geral de Finanças (IGF).\nNotícias ao Minuto 
 - Defensores da escola pública vão ser recebidos pelo Presidente\nO secret
 ário-geral da Federação Nacional dos Professores\, Mário Nogueira\, disse 
 hoje à Lusa que uma delegação do movimento defensor da escola pública que 
 organizou a manifestação de 18 de junho será recebida pelo Presidente da R
 epública quinta-feira.\nEsquerda.net - 'Escola Pública voltou a ser um fat
 or de mobilização para a sociedade'\nJoana Mortágua interveio no debate de
 sta sexta-feira sobre o balanço do ano escolar.\nExpresso - Blogues de Edu
 cação juntam-se “pela escola pública”\nManifesto defende “mais respeito\, 
 atenção e investimento” na escola pública e critica anos de “cortes” e med
 idas que a “burocratizam de forma doentia”\nNotícias ao Minuto - Artigo so
 bre manifestação. Fenprof fala em “dois pesos e duas medidas'\nFenprof rea
 ge à polémica em torno do artigo sobre a manifestação pela escola pública.
 \nNotícias ao Minuto - PSD questiona Governo sobre contrato de associação 
 de escola da Guarda\nOs deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da
  Guarda anunciaram hoje que questionaram o Governo sobre as alterações das
  regras dos contratos de associação relativamente à Escola Regional Dr. Jo
 sé Dinis da Fonseca/Outeiro de São Miguel.\nExpresso - Movimento Defesa da
  Escola Ponto manifesta-se este domingo no Porto\nO movimento que defende 
 as escolas que têm contrato de associação com o Estado manifesta-se esta m
 anhã no Porto contra os cortes no financiamento no privado\nObservador - P
 orto sai à rua contra fim dos contratos de associação nas escolas privadas
 \nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no Po
 rto\, no âmbito de uma manifestação contra fim dos contratos de associação
  nas escolas privada. Organização espera 10 mil pessoas.\nNotícias ao Minu
 to - Milhares protestam contra fim dos contratos de associação nos colégio
 s\nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no P
 orto\, no âmbito de uma manifestação contra o fim dos contratos de associa
 ção nas escolas privadas\, na qual a organização espera 10.000 participant
 es.\nObservador - Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias
 \nUma avó foi à manifestação em defesa da escola pública para reclamar a e
 ntrada dos netos num colégio privado. Mas os milhares que desfilaram\, est
 e sábado\, em Lisboa\, defenderam a política do Governo.\nCGTP-IN - Milhar
 es de pessoas em defesa da Escola Pública\nMais de 80 mil pessoas concentr
 aram-se\, este sábado\, na Praça Marquês de Pombal\, em Lisboa\, em defesa
  da escola pública.Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras 
 dos sindicatos de professores e da CGTP-IN\, milhares de pessoas pretender
 am mostrar que a escola pública é de qualidade\, mas precisa de ter mais i
 nvestimento.'Escola pública é de todos\, a privada é só de alguns'\, 'A ed
 ucação é um direito\, sem ela nada feito'\, 'Duplicar o financiamento é es
 banjar o orçamento' e 'Dinheiro do Estado não pode ir para o privado' fora
 m algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes\, que empun
 havam cartazes alusivos ao tema da marcha.Na intervenção feita pelo secret
 ário-geral da CGTP-IN\, Arménio Carlos\, afirmou que esta manifestação 'nã
 o é do contra\, mas sim pela escola pública'\, considerou que 'não é justo
  manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas' e acrescen
 tou ainda que 'não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olh
 os esta manifestação'\, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. 
 Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater 'o embuste
 ' do número de colégios privados que andavam 'a viver à custa do Orçamento
  do Estado'\, que são 39.Já Mário Nogueira disse\, no final do desfile que
  contou com a participação de pais\, alunos\, professores\, sindicalistas\
 , políticos\, reformados e ativistas de movimentos sociais\, além de cente
 nas de famílias - 'Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da es
 cola pública'.Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio
 \, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal\, verificou a agência Lu
 sa no local.\n \n[...]\n \nLeia mais aqui: Em Defesa da Escola Pública htt
 ps://sabiasque.pt/agenda/evento/12074-em-defesa-da-escola-publica.html
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 e o 25 de Abril”\, acusa Ana Benavente\nMovimento em defesa da escola públ
 ica foi a Belém sensibilizar o Presidente para a importância do ensino fin
 anciado pelo Estado e a necessidade de “reverter o ciclo de cortes” no pró
 ximo Orçamento do Estado.\nPúblico - Nuno Crato é testemunha dos colégios 
 privados contra o ministério\nEx-ministro da Educação vai depor a favor do
 s colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicia
 l que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próx
 imos dias.\nEsquerda.net - Nuno Crato vai depor a favor das rendas aos col
 égios\nDepois do distanciamento do Presidente da República e do silêncio d
 o PSD e CDS no debate do Estado da Nação\, o tema dos contratos de associa
 ção redundantes está entregue aos tribunais. Colégios apresentam o ex-mini
 stro Crato como o seu maior trunfo.\nNegócios - Nuno Crato vai ser testemu
 nha dos colégios contra o ministério da Educação\nO ex-ministro da Educaçã
 o Nuno Crato é uma das principais testemunhas que o movimento que represen
 ta os colégios com contrato de associação quer levar a tribunal. O objecti
 vo é que o ministro explique que as turmas de início de ciclo estão garant
 idas\, escreve o DN.\nObservador - Ex-ministro da Educação vai ser testemu
 nha de colégios privados\nNuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos 
 colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a red
 ução pelo Governo dos contratos de associação.\nNotícias ao Minuto - OE te
 rá que ser 'momento' de reversão de asfixia da escola pública\nO Orçamento
  do Estado para 2017 terá que ser o 'primeiro momento' para 'inverter o ci
 clo de corte e asfixia' na escola pública\, alertou hoje o secretário-gera
 l da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)\, Mário Nogueira.\nPúbli
 co - “A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino 
 privado”\nA académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz ac
 tiva contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públic
 os de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privat
 ização.”\nExpresso - Nuno Crato vai ser testemunha dos colégios privados c
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 tigo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar\, vão teste
 munhar do lado dos colégios privados contra a atual gestão do Ministério\n
 Observador - IGF diz que governo não conhece eficácia dos apoios de 451 mi
 lhões dados a colégios privados\nInspeção-Geral de Finanças diz que apoios
  públicos ao ensino privado e cooperativo atingiram 451 milhões em 2013 e 
 2014\, mas governo não controla situação económica de alunos nem eficácia 
 dos apoios.\nNotícias ao Minuto - Estado deu 451 milhões a escolas privada
 s sem saber eficácia das verbas\nO Ministério da Educação atribuiu 451 mil
 hões de euros\, entre 2013 e 2014\, a estabelecimentos de ensino particula
 r e cooperativo\, sem conhecer a eficácia de utilização destes dinheiros p
 úblicos\, alertou a Inspeção-Geral de Finanças (IGF).\nNotícias ao Minuto 
 - Defensores da escola pública vão ser recebidos pelo Presidente\nO secret
 ário-geral da Federação Nacional dos Professores\, Mário Nogueira\, disse 
 hoje à Lusa que uma delegação do movimento defensor da escola pública que 
 organizou a manifestação de 18 de junho será recebida pelo Presidente da R
 epública quinta-feira.\nEsquerda.net - 'Escola Pública voltou a ser um fat
 or de mobilização para a sociedade'\nJoana Mortágua interveio no debate de
 sta sexta-feira sobre o balanço do ano escolar.\nExpresso - Blogues de Edu
 cação juntam-se “pela escola pública”\nManifesto defende “mais respeito\, 
 atenção e investimento” na escola pública e critica anos de “cortes” e med
 idas que a “burocratizam de forma doentia”\nNotícias ao Minuto - Artigo so
 bre manifestação. Fenprof fala em “dois pesos e duas medidas'\nFenprof rea
 ge à polémica em torno do artigo sobre a manifestação pela escola pública.
 \nNotícias ao Minuto - PSD questiona Governo sobre contrato de associação 
 de escola da Guarda\nOs deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da
  Guarda anunciaram hoje que questionaram o Governo sobre as alterações das
  regras dos contratos de associação relativamente à Escola Regional Dr. Jo
 sé Dinis da Fonseca/Outeiro de São Miguel.\nExpresso - Movimento Defesa da
  Escola Ponto manifesta-se este domingo no Porto\nO movimento que defende 
 as escolas que têm contrato de associação com o Estado manifesta-se esta m
 anhã no Porto contra os cortes no financiamento no privado\nObservador - P
 orto sai à rua contra fim dos contratos de associação nas escolas privadas
 \nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no Po
 rto\, no âmbito de uma manifestação contra fim dos contratos de associação
  nas escolas privada. Organização espera 10 mil pessoas.\nNotícias ao Minu
 to - Milhares protestam contra fim dos contratos de associação nos colégio
 s\nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no P
 orto\, no âmbito de uma manifestação contra o fim dos contratos de associa
 ção nas escolas privadas\, na qual a organização espera 10.000 participant
 es.\nObservador - Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias
 \nUma avó foi à manifestação em defesa da escola pública para reclamar a e
 ntrada dos netos num colégio privado. Mas os milhares que desfilaram\, est
 e sábado\, em Lisboa\, defenderam a política do Governo.\nCGTP-IN - Milhar
 es de pessoas em defesa da Escola Pública\nMais de 80 mil pessoas concentr
 aram-se\, este sábado\, na Praça Marquês de Pombal\, em Lisboa\, em defesa
  da escola pública.Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras 
 dos sindicatos de professores e da CGTP-IN\, milhares de pessoas pretender
 am mostrar que a escola pública é de qualidade\, mas precisa de ter mais i
 nvestimento.'Escola pública é de todos\, a privada é só de alguns'\, 'A ed
 ucação é um direito\, sem ela nada feito'\, 'Duplicar o financiamento é es
 banjar o orçamento' e 'Dinheiro do Estado não pode ir para o privado' fora
 m algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes\, que empun
 havam cartazes alusivos ao tema da marcha.Na intervenção feita pelo secret
 ário-geral da CGTP-IN\, Arménio Carlos\, afirmou que esta manifestação 'nã
 o é do contra\, mas sim pela escola pública'\, considerou que 'não é justo
  manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas' e acrescen
 tou ainda que 'não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olh
 os esta manifestação'\, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. 
 Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater 'o embuste
 ' do número de colégios privados que andavam 'a viver à custa do Orçamento
  do Estado'\, que são 39.Já Mário Nogueira disse\, no final do desfile que
  contou com a participação de pais\, alunos\, professores\, sindicalistas\
 , políticos\, reformados e ativistas de movimentos sociais\, além de cente
 nas de famílias - 'Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da es
 cola pública'.Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio
 \, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal\, verificou a agência Lu
 sa no local.\n \n[...]\n \nLeia mais aqui: Em Defesa da Escola Pública htt
 ps://sabiasque.pt/agenda/evento/12075-em-defesa-da-escola-publica.html
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DESCRIPTION:Público - “Crato foi o que mais massacrou a escola pública desd
 e o 25 de Abril”\, acusa Ana Benavente\nMovimento em defesa da escola públ
 ica foi a Belém sensibilizar o Presidente para a importância do ensino fin
 anciado pelo Estado e a necessidade de “reverter o ciclo de cortes” no pró
 ximo Orçamento do Estado.\nPúblico - Nuno Crato é testemunha dos colégios 
 privados contra o ministério\nEx-ministro da Educação vai depor a favor do
 s colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicia
 l que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próx
 imos dias.\nEsquerda.net - Nuno Crato vai depor a favor das rendas aos col
 égios\nDepois do distanciamento do Presidente da República e do silêncio d
 o PSD e CDS no debate do Estado da Nação\, o tema dos contratos de associa
 ção redundantes está entregue aos tribunais. Colégios apresentam o ex-mini
 stro Crato como o seu maior trunfo.\nNegócios - Nuno Crato vai ser testemu
 nha dos colégios contra o ministério da Educação\nO ex-ministro da Educaçã
 o Nuno Crato é uma das principais testemunhas que o movimento que represen
 ta os colégios com contrato de associação quer levar a tribunal. O objecti
 vo é que o ministro explique que as turmas de início de ciclo estão garant
 idas\, escreve o DN.\nObservador - Ex-ministro da Educação vai ser testemu
 nha de colégios privados\nNuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos 
 colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a red
 ução pelo Governo dos contratos de associação.\nNotícias ao Minuto - OE te
 rá que ser 'momento' de reversão de asfixia da escola pública\nO Orçamento
  do Estado para 2017 terá que ser o 'primeiro momento' para 'inverter o ci
 clo de corte e asfixia' na escola pública\, alertou hoje o secretário-gera
 l da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)\, Mário Nogueira.\nPúbli
 co - “A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino 
 privado”\nA académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz ac
 tiva contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públic
 os de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privat
 ização.”\nExpresso - Nuno Crato vai ser testemunha dos colégios privados c
 ontra o Governo\nO ex-ministro da Educação e João Casanova de Almeida\, an
 tigo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar\, vão teste
 munhar do lado dos colégios privados contra a atual gestão do Ministério\n
 Observador - IGF diz que governo não conhece eficácia dos apoios de 451 mi
 lhões dados a colégios privados\nInspeção-Geral de Finanças diz que apoios
  públicos ao ensino privado e cooperativo atingiram 451 milhões em 2013 e 
 2014\, mas governo não controla situação económica de alunos nem eficácia 
 dos apoios.\nNotícias ao Minuto - Estado deu 451 milhões a escolas privada
 s sem saber eficácia das verbas\nO Ministério da Educação atribuiu 451 mil
 hões de euros\, entre 2013 e 2014\, a estabelecimentos de ensino particula
 r e cooperativo\, sem conhecer a eficácia de utilização destes dinheiros p
 úblicos\, alertou a Inspeção-Geral de Finanças (IGF).\nNotícias ao Minuto 
 - Defensores da escola pública vão ser recebidos pelo Presidente\nO secret
 ário-geral da Federação Nacional dos Professores\, Mário Nogueira\, disse 
 hoje à Lusa que uma delegação do movimento defensor da escola pública que 
 organizou a manifestação de 18 de junho será recebida pelo Presidente da R
 epública quinta-feira.\nEsquerda.net - 'Escola Pública voltou a ser um fat
 or de mobilização para a sociedade'\nJoana Mortágua interveio no debate de
 sta sexta-feira sobre o balanço do ano escolar.\nExpresso - Blogues de Edu
 cação juntam-se “pela escola pública”\nManifesto defende “mais respeito\, 
 atenção e investimento” na escola pública e critica anos de “cortes” e med
 idas que a “burocratizam de forma doentia”\nNotícias ao Minuto - Artigo so
 bre manifestação. Fenprof fala em “dois pesos e duas medidas'\nFenprof rea
 ge à polémica em torno do artigo sobre a manifestação pela escola pública.
 \nNotícias ao Minuto - PSD questiona Governo sobre contrato de associação 
 de escola da Guarda\nOs deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da
  Guarda anunciaram hoje que questionaram o Governo sobre as alterações das
  regras dos contratos de associação relativamente à Escola Regional Dr. Jo
 sé Dinis da Fonseca/Outeiro de São Miguel.\nExpresso - Movimento Defesa da
  Escola Ponto manifesta-se este domingo no Porto\nO movimento que defende 
 as escolas que têm contrato de associação com o Estado manifesta-se esta m
 anhã no Porto contra os cortes no financiamento no privado\nObservador - P
 orto sai à rua contra fim dos contratos de associação nas escolas privadas
 \nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no Po
 rto\, no âmbito de uma manifestação contra fim dos contratos de associação
  nas escolas privada. Organização espera 10 mil pessoas.\nNotícias ao Minu
 to - Milhares protestam contra fim dos contratos de associação nos colégio
 s\nMilhares de pessoas estão já concentradas na Avenida 25 de Abril\, no P
 orto\, no âmbito de uma manifestação contra o fim dos contratos de associa
 ção nas escolas privadas\, na qual a organização espera 10.000 participant
 es.\nObservador - Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias
 \nUma avó foi à manifestação em defesa da escola pública para reclamar a e
 ntrada dos netos num colégio privado. Mas os milhares que desfilaram\, est
 e sábado\, em Lisboa\, defenderam a política do Governo.\nCGTP-IN - Milhar
 es de pessoas em defesa da Escola Pública\nMais de 80 mil pessoas concentr
 aram-se\, este sábado\, na Praça Marquês de Pombal\, em Lisboa\, em defesa
  da escola pública.Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras 
 dos sindicatos de professores e da CGTP-IN\, milhares de pessoas pretender
 am mostrar que a escola pública é de qualidade\, mas precisa de ter mais i
 nvestimento.'Escola pública é de todos\, a privada é só de alguns'\, 'A ed
 ucação é um direito\, sem ela nada feito'\, 'Duplicar o financiamento é es
 banjar o orçamento' e 'Dinheiro do Estado não pode ir para o privado' fora
 m algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes\, que empun
 havam cartazes alusivos ao tema da marcha.Na intervenção feita pelo secret
 ário-geral da CGTP-IN\, Arménio Carlos\, afirmou que esta manifestação 'nã
 o é do contra\, mas sim pela escola pública'\, considerou que 'não é justo
  manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas' e acrescen
 tou ainda que 'não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olh
 os esta manifestação'\, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. 
 Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater 'o embuste
 ' do número de colégios privados que andavam 'a viver à custa do Orçamento
  do Estado'\, que são 39.Já Mário Nogueira disse\, no final do desfile que
  contou com a participação de pais\, alunos\, professores\, sindicalistas\
 , políticos\, reformados e ativistas de movimentos sociais\, além de cente
 nas de famílias - 'Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da es
 cola pública'.Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio
 \, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal\, verificou a agência Lu
 sa no local.\n \n[...]\n \nLeia mais aqui: Em Defesa da Escola Pública htt
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