BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//https://sabiasque.pt///NONSGML kigkonsult.se iCalcreator 2.10.15//
METHOD:PUBLISH
BEGIN:VEVENT
UID:20260726T150007WEST-95490xjUFN@https://sabiasque.pt/
DTSTAMP:20260726T140007Z
DESCRIPTION:A estrutura sindical mostra “preocupação face a uma eventual re
 visão da lei que ponha em causa a liberdade de imprensa como princípio est
 ruturante da democracia'.\nPúblico: Sindicato dos Jornalistas protesta por
  não ter sido ouvido sobre lei da cobertura das eleições\nO presidente da 
 ERC considera que para o regulador manter o seu espaço de diálogo sobre a 
 lei da cobertura eleitoral 'é fundamental que sejam os directores dos órgã
 os de comunicação social a ser ouvidos'. E desafia Marcelo Rebelo de Sousa
  a elaborar uma proposta tendo em conta as suas sugestões para este proces
 so.\nJornal de Negócios: Carlos Magno sugere que jornalistas e directores 
 de informação elaborem proposta para lei da cobertura eleitoral\nRepresent
 antes dos directores de informação reuniram-se com PS\, depois de\, na vés
 pera\, terem sido recebidos pelos partidos da maioria.\nPúblico: Directore
 s de informação levam à AR críticas à lei de cobertura das campanhas\nProc
 esso de alteração da lei ainda 'não está fechado'\, disse o porta-voz dos 
 directores de informação no final de uma reunião com deputados do PSD e CD
 S.\nRádio Renascença: Directores apresentaram preocupações sobre cobertura
  jornalística de eleições\nOs directores editoriais de 30 jornais\, revist
 as\, rádios e televisões consideram que o novo diploma da cobertura do PSD
  e do CDS continua a ameaçar a liberdade de informação. Reafirmam a dispos
 ição para contribuir para quadro legal 'democrático'.\nJornal de Negócios:
  Directores editoriais defendem que novo diploma 'mantém tentação de impor
  freio às redacções'\nUm grupo de 20 diretores de informação critica o nov
 o projeto de diploma de cobertura eleitoral da maioria PSD/CDS-PP\, consid
 erando que\, apesar de ter sido eliminada a intenção de controlo prévio\, 
 continua a 'condicionar a liberdade editorial'.\nDinheiro Vivo: Diretores 
 de informação consideram que novo projeto para cobertura eleitoral continu
 a a 'condicionar liberdade' editorial\nPartido mostra-se contra alterações
  propostas pela maioria PSD/CDS e diz que o regime em vigor reúne as norma
 s necessárias – só é preciso cumpri-las.\nPúblico: Mudança na cobertura el
 eitoral é “ataque severo ao regime democrático”\, diz PCP\nDiploma em elab
 oração garante liberdade de imprensa e o direito dos portugueses de serem 
 informados\, afirma líder parlamentar do CDS.\nRádio Renascença: Maioria q
 uer aprovar nova lei de cobertura eleitoral 'nas próximas semanas'\nPSD e 
 PP querem diferenciar as obrigações dos meios de comunicação nos períodos 
 de pré-campanha e de campanha.\nRádio Renascença: Maioria tenta consenso s
 obre cobertura de campanhas eleitorais\nNovo diploma elimina as partes mai
 s polémicas\, como o visto prévio\, e ainda aguarda o aval do PS.\nRádio R
 enascença: Maioria avança com nova lei de cobertura jornalistica de eleiçõ
 es\nBase de trabalho é um projecto do ano passado que estava na gaveta.\nP
 úblico: PSD e CDS alteram leúi das campanhas eleitorais sem o PS\nO facto 
 de o projecto de diploma ser péssimo\, não torna menos absurda a actual le
 i. O mundo\, a sociedade e a média mudaram demais só na última década.\nRá
 dio Renascença: Nova lei eleitoral precisa-se\nReacção às afirmações do Pr
 esidente da República\, que classificou a legislação em vigor como a 'lei 
 mais anacrónica que existe'.\nPúblico: -Há muita confusão- na interpretaçã
 o da lei da cobertura eleitoral\, diz a CNE\nChefe de Estado diz que teria
  alterado a lei se estivesse no Governo e a CNE tivesse a interpretação re
 stritiva que está a ter agora.\nRádio Renascença: Cavaco Silva admite que 
 lei da cobertura de campanhas é “anacrónica”\nOs directores editoriais de 
 todos os media nacionais de imprensa\, rádio e televisão assinaram uma car
 ta de princípios 'Pela liberdade de Informação' para a alteração da lei da
  cobertura eleitoral. O documento será entregue ao Presidente da República
 \, aos partidos\, à ERC e à Comissão Nacional de Eleições.\nJornal de Negó
 cios: Directores editoriais juntam-se para alteração da lei da cobertura e
 leitoral\nReagindo às notícias sobre uma proposta do PS\, PSD e CDS\, que 
 pretende alterar a forma como a cobertura jornalística das campanhas eleit
 orais é feita\, António Filipe afirmou que o PCP rejeita qualquer iniciati
 va que legitime a discriminação das forças políticas concorrente nos actos
  eleitorais ou a restrição das competências da CNE em matéria eleitoral.\n
 PCP: PCP rejeita proposta que limite a cobertura jornalística das campanha
 s eleitorais\nVinte directores editoriais de meios nacionais de imprensa\,
  rádio e televisão assinam carta de princípios que pede novo enquadramento
  jurídico antes do início da campanha eleitoral.\nRádio Renascença: A uma 
 só voz\, meios de comunicação pedem nova lei da cobertura das campanhas\nR
 esponsáveis editoriais de rádios\, televisões\, jornais e revistas subscre
 vem documento onde propõem linhas orientadoras para a revisão da lei da co
 bertura das campanhas eleitorais.\nPúblico: Directores editoriais lançam c
 arta de princípios pela liberdade de informação\nA liberdade de imprensa n
 o mundo registou em 2014 os piores resultados da última década. Jornalista
 s em muitas partes do mundo enfrentaram a deterioração das condições de tr
 abalho\, refere o estudo da Freedom House\, destacando a má prestação da C
 hina e dos Estados Unidos.\nJornal Dinheiro Vivo: Liberdade de imprensa at
 inge os piores resultados dos últimos dez anos\nPatrões dos media acredita
 m que ainda há tempo para mudar regras até às legislativas. Partidos estão
  mais interessados em enterrar o assunto.\nJornal Público: Cavaco pede mud
 ança da lei da cobertura eleitoral mas partidos preferem a gaveta\nAssocia
 ção Portuguesa de Radiodifusão (APR) entregou uma proposta legislativa já 
 pronta aos partidos\, ao Presidente e aos grupos parlamentares.\nJornal Pú
 blico: Rádios admitem restrições à liberdade editorial durante a campanha 
 eleitoral\nDevem os partidos submeter os programas eleitorais à apreciação
  da Unidade Técnica de Apoio Orçamental ou ao Conselho de Finanças Pública
 s? O país só tinha a ganhar se a coisa pegasse.\nPela credibilidade dos pr
 ogramas eleitorais\nReagindo às notícias sobre uma proposta do PS\, PSD e 
 CDS\, que pretende alterar a forma como a cobertura jornalística das campa
 nhas eleitorais é feita\, António Filipe afirmou que o PCP rejeita qualque
 r iniciativa que legitime a discriminação das forças políticas concorrente
  nos actos eleitorais ou a restrição das competências da CNE em matéria el
 eitoral.\nPCP rejeita qualquer iniciativa que legitime a discriminação das
  forças políticas\nOs patrões dos media privados consideram que é necessár
 io alterar a lei da cobertura eleitoral mas de forma 'flexível'\, uma opin
 ião partilhada pelo Presidente da República. A Plataforma de Meios Privado
 s sublinha que 'não foi tida nem achada' na recente proposta de alteração 
 da lei e vai pedir audições com os partidos.\nPatrões dos media não foram 
 'tidos nem achados' na proposta para cobertura eleitoral\nPela liberdade d
 e informação.\nA liberdade de imprensa é um direito fundamental.\nA liberd
 ade de imprensa é um dos pilares estruturantes da democracia.\nComunicado 
 das direcções de informação na íntegra\nNum manifesto\, duas dezenas de di
 rectores de imprensa\, rádios e televisões avisam que irão “até às últimas
  instâncias” para combater a proposta de cobertura das campanhas eleitorai
 s do PSD\, PS e CDS.\nDirecções de informação contra “ingerência inaceitáv
 el e perigosa”\nPSD\, CDS e PS iam apresentar esta sexta-feira um diploma 
 para regular a cobertura eleitoral\, que obrigava os media a entregar um p
 lano de cobertura prévio. Perante a polémica e ameaça de boicote\, os part
 idos recuam e dizem que nunca houve um texto fechado.\nCosta e Portas trav
 am plano de cobertura prévio nas eleições\nNo grupo de trabalho PSD/CDS/PS
  está a deputada socialista Inês de Medeiros\, que tem defendido a propost
 a. Costa garante que a sua bancada 'nunca apoiará' uma solução que limite 
 as liberdades de informar e ser informado.\nCosta rejeita proposta para co
 bertura das campanhas que PS apoiou\nO secretário-geral do PS defendeu est
 a sexta-feira que o texto subscrito pela vice-presidente da bancada social
 ista Inês de Medeiros sobre cobertura das campanhas eleitoral 'é um mero d
 ocumento de trabalho' e salientou que 'discorda' da solução nele constante
 .\nAntónio Costa 'discorda' do documento sobre cobertura das campanhas ele
 itorais\nO primeiro-ministro fez votos para que os partidos parlamentares 
 cheguem a 'um entendimento' para que a campanha eleitoral 'possa decorrer 
 nas melhores condições'.\nPassos Coelho sobre os media: 'Governo não inter
 fere numa matéria que cabe ao Parlamento'\nPS quer consenso\, PCP e BE já 
 anunciaram que estão contra a iniciativa do PSD\, PS e CDS.\nProposta de c
 obertura das campanhas em risco de cair\nProjecto PSD/CDS/PS põe em causa 
 a autonomia financeira e editorial dos media\, afirma São José Almeida.\nP
 residente do Conselho Deontológico dos Jornalistas classifica proposta de 
 “absurda”\nA presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalis
 tas\, São José Almeida\, considera 'inaceitável' a proposta de alteração à
  legislação sobre cobertura jornalística das eleições\, salientando que é 
 uma tentativa de controlo prévio dos trabalhos das redacções.\nPresidente 
 do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas contra alterações na
  cobertura jornalística das eleições\nInês de Medeiros recusa ideia de que
  há um 'visto prévio'. E explica que o que há é uma forma de avaliar jorna
 listas. Mas lembra que plano que veio a público não é o texto definitivo.
 \nPS: Proposta para cobertura dos media é ainda 'reflexão'\nA deputada do 
 PS que coordenou\, do lado do PSD e CDS\, as alterações à lei sobre a cobe
 rtura eleitoral\, diz que se está a fazer uma 'leitura totalmente oposta'.
  'Não há maiores restrições\; retirámos a maioria das restrições!'\, garan
 te Inês de Medeiros. O diploma consagra um plano prévio da cobertura eleit
 oral a entregar pelos media a uma comissão mista.\nPSD\, CDS e PS têm dipl
 oma que exige plano de cobertura eleitoral à comunicação social\nEm causa 
 está o projecto de lei do PSD\, PS e CDS que quer obrigar os media a apres
 entar planos prévios de cobertura de campanhas eleitorais a uma comissão m
 ista\, antes mesmo de terminar o prazo para entrega das candidaturas. Há s
 anções pesadas para quem não cumprir.\nComunicação social ameaça não fazer
  qualquer cobertura das legislativas\nO LIVRE/Tempo de Avançar também já c
 onsiderou tratar-se de um 'inaceitável ataque à liberdade de imprensa'.\nP
 CP votará contra alterações à cobertura jornalística das eleições https://
 sabiasque.pt/agenda/evento/11119-comunicacao-social-ameaca-nao-fazer-qualq
 uer-cobertura-das-legislativas.html
DTSTART;VALUE=DATE:20150422
LOCATION:Portugal (Portugal)
SUMMARY:Comunicação social ameaça não fazer qualquer cobertura das legislat
 ivas
URL:https://sabiasque.pt/agenda/evento/11119-comunicacao-social-ameaca-nao-
 fazer-qualquer-cobertura-das-legislativas.html
END:VEVENT
END:VCALENDAR
