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DESCRIPTION:Consulte todas as notícias sobre a reposição das 35 horas neste
  artigo: Reposição das 35 horas laborais\n\nNegócios - Mais de metade das 
 autarquias têm acordos para as 35 horas\nNo final do ano passado\, 46% dos
  municípios e 96% das freguesias ainda não estavam abrangidas por contrata
 ção colectiva\, apesar da prática generalizada das 35 horas de trabalho po
 r semana.\nDinheiro Vivo - Centeno. 40 horas agravaram o absentismo em 20%
 \nO aumento do horário de trabalho normal do sector público realizado pelo
  anterior governo PSD-CDS\, das 35 para as 40 horas\, acabou por ter efeit
 os negativos\, indesejados. Por exemplo\, segundo o ministro das Finanças\
 , levou a um aumento das faltas por parte de funcionários do Estado em alg
 uns sectores.Mário Centeno\, que esteve a ser ouvido durante toda a manhã 
 de quarta-feira\, dia 6\, no âmbito de uma audição regimental na Comissão 
 de Orçamento\, no Parlamento\, foi confrontado pela deputada do PSD Rubina
  Berardo com a questão de o regresso às 35 horas poder provocar uma derrap
 agem nos custos de funcionamento do Estado pois implicaria o recurso a mai
 s horas extraordinárias\, por exemplo.\nCGTP-IN - Avançar na mudança: Trav
 ar a ofensiva da Troika contra os trabalhadores\, o Povo e o País\nA Comis
 são Europeia (CE)\, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Centra
 l Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português
 \, nas eleições de Outubro passado\, ter rejeitado a 'austeridade'\, recha
 çado o fim da política de cortes nos salários\, pensões e direitos e exigi
 do a mudança de política.Neste quadro\, é sintomática a estratégia delinea
 da pela troika\, com o apoio dos seus serviçais em Portugal para\, através
  da ingerência e chantagem\, perpetuar a exploração\, as desigualdades e o
  empobrecimento dos trabalhadores\, do povo e do país.Para a CGTP-IN é ina
 dmissível qualquer tipo de sanção a Portugal. Aliás\, ameaças como as que 
 foram feitas inserem-se numa nova fase do processo de integração capitalis
 ta na U.E.\, em que os valores propalados da solidariedade e cooperação en
 tre Estados iguais em direitos e deveres\, deu lugar à aplicação de uma po
 lítica neoliberal única com a imposição das regras ditadas pelos países ma
 is fortes sobre os restantes.\nNotícias ao Minuto - Pessoal das residência
 s diplomáticas exige 35 horas semanais\nO Sindicato dos Trabalhadores Cons
 ulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) emitiu hoje um protesto por esse
  setor continuar a trabalhar 44 horas semanais\, no dia em que foram repos
 tas em Portugal as 35 horas na função pública.\nNegócios - 35 horas voltam
  esta sexta-feira. Falta o controlo de despesa\nQuase três anos depois\, a
 s 35 horas voltam a ser o regime regra na administração pública. Na vésper
 a da reversão de uma das medidas mais impopulares\, os sindicatos dividiam
 -se entre a vontade de celebrar e de contestar as excepções com greves sec
 toriais.\nDinheiro Vivo - Função pública: Sindicatos avançam para a greve 
 à 8ª hora\nA lei que faz regressar à função publica o horário semanal de t
 rabalho das 35 horas entra amanhã\, dia 1 de julho\, em vigor\, sob a amea
 ça de greve. Perante a ausência de um mecanismo que compense os funcionári
 os dos serviços que não podem reduzir já o horário\, a Federação de Sindic
 atos da Administração Pública (Fesap) convocará uma greve à 8ª hora.Num co
 municado emitida esta tarde\, aquela estrutura sindical (afeta à UGT) espe
 ra ter ainda até ao final dia alguma resposta por parte do governo sobre a
  compensação que será dada aos funcionários que vão manter as 40 horas. Ma
 s alerta que apenas aceitará que este regime transitório se aplique aos ór
 gãos onde a redução do horário poderia por em causa a continuidade e quali
 dade dos serviços.\nPúblico - Sindicatos respondem com ameaça de greve a i
 mpasse nas 35 horas\nProposta do Governo para aplicação das 35 horas aos e
 nfermeiros com contrato individual é rejeitada pelo sindicato. Ministério 
 da Saúde diz que negociações 'vão continuar'.\nObservador - Governo vai re
 correr a funcionários em mobilidade para responder às 35 horas\nCenteno di
 z que vai resolver a situação da 'esmagadora maioria' dos 500 funcionários
  públicos em mobilidade. Serão chamados para colmatar necessidades que dec
 orram do horário de 35 horas semanais.\nExpresso - 35 horas: dois dias par
 a evitar uma greve de enfermeiros\nSindicato aguarda que o Ministério da S
 aúde reagende a reunião para assinar o normativo que permite alargar as 35
  horas aos enfermeiros com contrato individual de trabalho. Ministro tem a
 té quinta-feira à noite para decidir. Caso contrário\, terá uma greve na a
 genda\nNotícias ao Minuto - Funcionários públicos recuperam horário de 35 
 horas na sexta-feira\nOs funcionários públicos portugueses recuperam na se
 xta-feira o horário de trabalho de 35 horas semanais\, após quase três ano
 s a trabalhar 40 horas com forte contestação.\nObservador - Chefe de missã
 o do FMI. Regresso às 35 horas sugere um setor público sobredimensionado\n
 Chefe de missão do FMI avisa que regresso às 35 horas na função pública po
 de implicar mais horas extraordinárias. Ou então mostrar que há setores no
  Estado sobredimensionados\, diz Subir Lall à Lusa.\nDinheiro Vivo - CIP a
 linhada com FMI nas 35 horas e no salário mínimo\nA mensagem que o preside
 nte da CIP\, António Saraiva\, deixou esta terça-feira no encontro que os 
 parceiros sociais tiveram com os representantes do FMI é clara e está alin
 hada com as orientações que os técnicos do Fundo têm defendido para Portug
 al: esta confederação não está disponível para discutir horário de 35 hora
 s no sector privado\, discorda da aplicação da medida na função pública e 
 apenas aceita novos aumentos do salário mínimo em função da produtividade.
 “O salário mínimo nacional deve evoluir de acordo com os ganhos de produti
 vidade. Qualquer evolução deve assentar neste critério e foi essa a mensag
 em que transmitimos hoje nesta reunião”\, precisou António saraiva à saída
  do encontro\, que decorre na sede do Conselho Permanente de Concertação S
 ocial.\nCGTP-IN - Enfermeiros com CIT vão lutar pelas 35 horas\nNa próxima
  reunião da sua direcção nacional\, no dia 1 de Julho\, o Sindicato dos En
 fermeiros Portugueses vai decidir e divulgar as formas de luta que vai pro
 mover\, face ao protelamento da aplicação das 35 horas de trabalho semanai
 s aos enfermeiros com CIT (Contrato Individual de Trabalho). 'Os sucessivo
 s protelamentos em materializar num normativo a decisão política de aplica
 r as 35 horas aos CIT\, tomada a 4 de Maio\, não deixam alternativas'\, re
 fere o SEP numa nota à Imprensa. Ontem\, 27 de Junho\, o Ministério da Saú
 de adiou a reunião agendada para hoje\, às 10:00 horas\, e que tinha como 
 objectivo a assinatura do acordo que permitiria aplicar as 35 horas aos en
 fermeiros com CIT.\nPúblico - Lei das 35 horas na função pública entra em 
 vigor a 1 de Julho\nDiploma a que Marcelo quis dar “o benefício da dúvida”
  já foi publicado em DR.\nObservador - Diploma das 35 horas já foi publica
 do em Diário da República\nA redução do horário de trabalho para a função 
 pública já está publicada em DR. Esta tarde são retomadas as negociações d
 o acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores da Saúde.\nExpresso - 
 É funcionário público? Em julho volta a trabalhar 35 horas por semana\nA l
 ei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função P
 ública foi esta segunda-feira publicada em Diário da República\, entrando 
 em vigor a partir de 1 de julho\nNegócios - Lei das 35 horas publicada em 
 Diário da República\nEstá dado o derradeiro passo processual para reverter
  o aumento do horário de trabalho para os funcionários públicos\, que tinh
 a sido decidido em 2013. O diploma entra em vigor a 1 de Julho.\nObservado
 r - Lei das 35 horas na função pública publicada em Diário da República en
 tra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece as 35 horas como período 
 normal de trabalho na Função Pública foi publicada esta segunda-feira em D
 iário da República\, entrando em vigor a partir de 1 de julho.\nDinheiro V
 ivo - Lei das 35 horas entra em vigor a 1 de julho\nA lei que restabelece 
 as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi publicad
 a esta segunda-feira\, 20 de junho\, em Diário da República. O novo horári
 o de trabalho no Estado entra em vigor a 1 de julho.A lei n.º 18/2016\, de
  20 de junho\, define as 35 horas de trabalho como limite máximo semanal d
 os períodos normais de trabalho\, alterando a Lei Geral do Trabalho em Fun
 ções Públicas.\nNotícias ao Minuto - Lei das 35 horas de trabalho publicad
 a em Diário da República\nA lei que restabelece as 35 horas como período n
 ormal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da Repúbl
 ica\, entrando em vigor a partir de 01 de julho.\nPúblico - Saúde e sindic
 atos tentam acordo para levar 35 horas aos contratos individuais\nTécnicos
  de diagnóstico e técnicos superiores de saúde são agora a grande dúvida.
 \nDinheiro Vivo - 35 horas. Governo avança com negociação dos contratos co
 letivos\nA Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) convocou os si
 ndicatos da Função Pública para uma reunião no próximo dia 20\, para reabe
 rtura do processo negocial do Acordo Coletivo de Trabalho nos hospitais EP
 E.\nEsquerda.net - 35 ou 40 horas de trabalho? Um século de diferença\nSe 
 o horário de trabalho é de 35 horas semanais no setor público há que o ala
 rgar ao setor privado e não o contrário.\nEsquerda.net - As 35 horas que a
 inda faltam\nNa última semana foi possível iniciar um caminho importante p
 ara repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pú
 blica. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor pr
 ivado.\n \n[...]\n \nConsulte todas as notícias sobre a reposição das 35 h
 oras neste artigo: Reposição das 35 horas laborais https://sabiasque.pt/ag
 enda/evento/11887-reposicao-das-35-horas-laborais.html
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DESCRIPTION:Notícias ao Minuto - Governo surpreendido com recusa de estivad
 ores em aceitar fim da PORLIS\nA ministra do Mar mostrou hoje 'surpresa' c
 om a recusa dos estivadores em aceitar a proposta dos operadores portuário
 s que satisfazia uma das suas principais reivindicações - a desativação da
  PORLIS - e sublinhou que os prejuízos da greve são nacionais.\nNegócios -
  Governo está a negociar com administrações portuárias para evitar greve\n
 O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das A
 dministrações Portuárias e acredita que a greve convocada para os dias 2 a
  6 de Junho não vai avançar\, segundo a ministra do Mar.\nNotícias ao Minu
 to - Miguel Albuquerque preocupado com greve no Porto de Lisboa\nO preside
 nte do Governo Regional da Madeira\, Miguel Albuquerque\, transmitiu hoje 
 ao ministro da Economia\, Manuel Caldeira Cabral\, as preocupações da Regi
 ão relativamente às consequências para a economia regional da greve dos es
 tivadores no Porto de Lisboa.\nNotícias ao Minuto - Estivadores: President
 e da Câmara manifesta 'inquietação' com greve\nO presidente da Câmara de S
 intra escreveu à ministra do Mar\, Ana Paula Vitorino\, a transmitir 'inqu
 ietação pelas repercussões' que o prolongamento da greve dos estivadores p
 ode ter para as empresas do município.\nEsquerda.net - “A Palavra aos Esti
 vadores”\nMuito se tem escrito e dito sobre a greve dos estivadores\, mas 
 muito do que tem saído na comunicação social generalista só tem dado voz a
  um dos lados: o lado do patrão e o lado do capital\, que dizem estar a pe
 rder com esta luta.\nPúblico - Greve dos estivadores prolongada até 16 de 
 Junho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em
  qualquer navio ou terminal.\nDinheiro Vivo - Prolongamento da greve dos e
 stivadores é mau para economia das regiões\nSecretário Regional da Economi
 a\, Turismo e Cultura do Governo da Madeira considerou que o prolongamento
  da greve é mau para as regiões autónomas\nNotícias ao Minuto: Falta de en
 tendimento com empresas leva estivadores a prolongar greve\nO presidente d
 o Sindicato dos Estivadores justificou hoje que o prolongamento da greve a
 té 16 de junho deve-se à 'falta de entendimento' entre as partes e por não
  se terem alterado as condições.\nExpresso - Estivadores: serviços mínimos
  acompanham prolongamento da greve\nA posição do Ministério do Mar sobre a
  greve dos estivadores no porto de Lisboa\, Setúbal e Figueira da Foz – qu
 e dura desde o passado dia 20 de abril – é simples: alargar igualmente o p
 razo dos serviços mínimos\nDinheiro Vivo - Greve dos estivadores prolongad
 a até 16 de junho\nO presidente do Sindicato dos Estivadores\, António Mar
 iano\, afirmou hoje\, em declarações à SIC Notícias\, que vai prolongar a 
 greve até 16 de junho.\nExpresso - Estivadores prolongam greve até 16 de j
 unho\nOs estivadores estão a fazer greve a todo o trabalho suplementar em 
 qualquer navio ou terminal\nDinheiro Vivo - Portos de Lisboa e Setúbal con
 tinuam em serviços mínimos\nO Governo decidiu manter serviços mínimos nos 
 portos de Lisboa e Setúbal\, devido à greve dos estivadores.\nNotícias ao 
 Minuto - Governo mantém serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\nO
  Governo decidiu manter serviços mínimos nos portos de Lisboa e Setúbal\, 
 devido à greve dos estivadores\, nomeadamente no que respeita à operação d
 e navios com destino às regiões autónomas dos Açores e Madeira.\nPúblico -
  Ministério do Mar emite novo despacho para “clarificar” serviços mínimos 
 da greve dos estivadores\nGoverno madeirense escreveu a Lisboa\, queixando
 -se de que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos\, e a resposta 
 chegou um dia depois.\nNotícias ao Minuto - Madeira pede intervenção do Go
 verno na greve dos estivadores\nO Secretário Regional da Economia\, Turism
 o e Cultura do Governo da Madeira\, Eduardo Jesus\, pediu hoje a intervenç
 ão da Ministra do Mar na greve dos estivadores e alegou que os serviços mí
 nimos não estão a ser cumpridos.\nCGTP-IN - Solidariedade com a luta dos t
 rabalhadores do porto de Lisboa\nOs trabalhadores do porto de Lisboa e ao 
 seu sindicato receberam a solidariedade e o apoio de uma delegação da CGTP
 -IN e da FECTRANS\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindi
 cal\, Arménio Carlos. Estes trabalhadores estão em greve contra a desregul
 amentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precá
 rios e lutam também pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instrumento q
 ue garante o trabalho com direitos.\nFectrans - Solidariedade com a luta d
 os trabalhadores do porto de Lisboa\nUma delegação da CGTP-IN e da FECTRAN
 S\, na qual se incluiu o secretário geral da central sindical\, Arménio Ca
 rlos\, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto d
 e Lisboa e ao seu sindicato\, que estão em luta\, na forma de greve contra
  a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vín
 culos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo\, instr
 umento que garante o trabalho com direitos.\nNotícias ao Minuto - Repercus
 sões da greve no porto de Lisboa preocupa empresários\nO presidente do Con
 selho Empresarial do Ave e do Cávado (CEDRAC)\, João Albuquerque\, conside
 rou hoje\, a propósito da paralisação dos estivadores do porto de Lisboa\,
  que 'uma greve de um mês é um atentado à economia'.\nEsquerda.net - Estiv
 adores dão a cara e explicam porque estão em greve\nNum vídeo publicado na
  página de facebook do Setc - Sindicato dos Estivadores\, e reproduzido ne
 ste artigo\, um grupo de estivadores explicam que “esta é uma luta contra 
 a precariedade\, pelo contrato coletivo de trabalho e contra a substituiçã
 o de trabalhadores com direitos por outros com salários de miséria”.\n[...
 ]\nMais Notícias: Greve dos Estivadores\n  https://sabiasque.pt/agenda/eve
 nto/11907-greve-dos-estivadores.html
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