Projeto Marias - Um projeto de emprego social

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UM PROJETO DE EMPREGO SOCIAL, AUTONOMIZAÇÃO E COM SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA - Um ano após a sua implementação, o “Projeto Marias” provou que é um negócio sustentável. Apoiado pela Fundação EDP e gerido pela Pressley Ridge, este negócio social criado para gerar emprego em comunidades mais desfavorecidas, cruzando a oferta e procura de serviços domésticos, emprega hoje 34 mulheres e já gerou cerca de 100 mil euros.

Contratar uma Empregada Doméstica

O "Projeto MARIAS" é um modelo inovador que trata de tudo para que tenha uma empregada doméstica de confiança e integralmente de acordo com a lei. O projeto tem por objetivo autonomizar as 'Marias' que dele fazem parte e o modelo foi pensado de modo a garantir auto-sustentabilidade financeira.

Um modelo inovador

As 'Marias' são empregadas domésticas "tradicionais":

  • Trabalham com contrato e salário a cargo dos clientes;

  • São os clientes quem gere o dia-a-dia do trabalho, coordena as férias, fornece os materiais, etc.

O aspecto inovador reside na intervenção do Projeto:

  • Auxilia o recrutamento, dando a escolher aos clientes um grupo de 'Marias' de confiança;

  • Apoia a avaliação e o coaching das 'Marias' durante pelo menos 2 anos, com feedback periódico;

  • Facilita os aspectos administrativos que são da responsabilidade dos clientes (entidades patronais).

Tratamos de tudo por si

Sabemos que o trabalho doméstico é muitas vezes informal apenas porque falta tempo ao cliente para interpretar a legislação e resolver a burocracia.

Por isso tratamos de tudo: contratualização, admissão na Segurança Social, contratação do seguro de Acidentes de Trabalho, etc. Só tem que:

  • Assinar os papéis;

  • Pagar mensalmente ao Projeto, que distribui o valor pelas várias entidades.

O Projeto procura pagar-se a si próprio

O Projeto é gerido pela Pressley Ridge num modelo de baixo custo, com encargos mensais de cerca de 2.400€ e que cobrem:

  • O salário do recurso afecto à gestão (que está a contrato, pois somos contra os falsos recibos verdes);

  • Os gastos com telecomunicações, consumíveis de escritório e os recursos físicos partilhados com a Pressley Ridge.

Queremos ser auto-sustentáveis, pelo que retemos 7% do valor que sobra dos pagamentos à Segurança Social e à Seguradora.

Enquanto não chegarmos às 62 'Marias', o que nos permitirá cobrir todos os custos, temos o apoio da Fundação EDP, que vê em nós um modelo com futuro.

Obrigado!

Quais são os aspectos-chave para ter uma empregada dentro da lei?

  • Garantir que, no caso de ser cidadã estrangeira, ela está legal em Portugal;

  • Contratualizar a vossa relação laboral dentro dos parâmetros da lei em vigor para o sector;

  • Fazer as contribuições mensais obrigatórias para a Segurança Social;

  • Transferir a sua responsabilidade sobre os acidentes de trabalho para uma Seguradora;

  • Declarar às Finanças os pagamentos que lhe faz, para efeitos do IRS dela.

Fonte: http://www.projetomarias.org/


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