Como calcular o pagamento do Lar de Terceira Idade?

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As comparticipações da segurança social são, normalmente, revistas todos os anos. No entanto há que averiguar a forma como são feitas estas revisões. Para isso deve ter-se em consideração o total de rendimento mensal do utente, que advém quer de pensões de reforma, invalidez, social ou outras, quer de bens próprios ou outros rendimentos que se apresentem com carácter de regularidade.

Existem vários tipos de respostas sociais para pessoas idosas
Existem documentos que têm de estar afixados nos lares
A mensalidade de um lar não inclui tudo o que é necessário para o idoso
Lares comparticipados pela Segurança Social

Tem-se também em conta que é permitida a comparticipação familiar sendo determinada proporcionalmente ao rendimento do agregado familiar. Por esta razão já existem instituições que solicitam o IRS do agregado familiar do idoso em questão. No caso do idoso, à data de ser integrado na instituição, viver sozinho, o seu agregado familiar é denominado isolado, nesta situação existem casos de instituições em que é solicitado aos filhos os seus IRS. A partir destes elementos é calculado o rendimento “per capita” de acordo com a seguinte fórmula:

 

         RF-D

R= ---------------

           N

 

Legenda:

R= Rendimento “per capita”

RF= Rendimento mensal ilíquido da agregado familiar

D= Despesas fixas

N= Número de elementos do agregado familiar

 

Contudo, a comparticipação familiar é determinada pela aplicação de uma percentagem sobre o rendimento “per capita” do agregado familiar. No caso de Lar de Idosos a percentagem é de 70% que poderá ser elevada até 85% do rendimento “per capita”, consoante a dependência do idoso, sendo 70% um idoso pouco ou nada dependente e 85% totalmente dependente.

A comparticipação familiar máxima calculada não pode exceder o custo médio real do utente apurado pela instituição, este valor é calculado em função do valor das despesas efectivamente verificadas no ano anterior com o funcionamento do serviço, em questão, sendo actualizado de acordo com o índice de inflação e em função do número de utentes que frequentam o serviço no mesmo ano. Quando a instituição ou serviço são novos, o custo real do utente é calculado com base nas despesas orçamentadas e o número de utentes previsto para o ano correspondente.

Todas estas informações devem constar no Regulamento Interno da instituição que é obrigatório. Poder-se-á também solicitar um esclarecimento por escrito ao Instituto de Segurança Social, através do livro de reclamações da instituição, também obrigatória a sua existência, e que não serve apenas para efectuar uma reclamação, mas também para pedir esclarecimentos.

Fonte: Modelo de regulamento das comparticipações dos utentes e seus familiares pela utilização de serviços e equipamentos sociais das instituições particulares de solidariedade social do Ministério do Trabalho e Segurança Social.


Elisabete Rodrigues Community Builder Avatar   18.11.2017 (17:10:27)
peço informação como inscrever Sim Não

A minha mãe tem 87 anos operada ao colo fémur está em recuperação, tem mobilidade reduzida. Pensão de 650,00 €.preciso de lar pois trabalho. Com os meus melhores cumprimentos
Elisabete Rodrigues

 
 
       
 
Gustavo Community Builder Avatar   28.11.2017 (20:46:37)
********* Sim Não

Contacto ********* posso ajudá-la se tiver intressada

 
 
       
 
Ângela Fins Community Builder Avatar   12.11.2017 (17:07:54)
Quanto vale ter o nosso familiar bem cuidado? Sim Não

Boa tarde.

Desde muito nova que os velhinhos -como lhes chamo carinhosamente, me fascinam. Desde os meus 17 anos que me dedico a cuidar de adultos vulneráveis e não me imagino a fazer nada mais. Em Portugal infelizmente, a minha profissão não tem merecido o respeito que devia ter. Quer em condições de trabalho, quer em remuneração adequada, quer em formação para aqueles profissionais que como eu querem fazer o seu trabalho cada vez melhor. Hoje em dia, com 20 anos de experiencia e varias formações na área, vejo me obrigada a explorar o mercado de trabalho no estrangeiro, porque em Portugal tanto empresas como particulares preferem ter alguém sem qualificações a quem podem facilmente justificar o curto ordenado mínimo que lhe pagam e a quem ainda exigem que faça limpezas, jardinagem e sabe se lá mais o que.

 
 
       
 
Ademar Tavares Community Builder Avatar   27.10.2017 (10:59:37)
Contribuíção mensal para um lar Sim Não

Bom dia,
venho desta forma solicitar informações para o seguinte:
Somos 2 irmão com o nosso pai internado numa instituição da Santa Casa da Misericórdia. Está institucionalizado desde 2013. Nessa altura entrou com a minha mãe que entretanto faleceu. No contrato que foi assinado ficou estipulado que pagaria 600 euros/mês. Recentemente essa contribuição foi aumentada em 70 euros que ainda não está em vigor. O que pergunto é o seguinte; quais os critérios que utilizam para essa subida? Há alguma lei que regulamenta estas subidas? Que cálculo foi aplicado para chegarem a este valor? Ainda não tivemos acesso aos estatutos da instituição mas certamente e legalmente não deverão poder efetuar um aumento tão alto. Há uma cláusula no contrato que diz que os aumentos serão aplicados a partir de janeiro de cada ano, mas neste caso disseram que seria a partir de agosto deste ano por causa dos emigrantes que estiveram cá nessa altura.
A reforma que o meu pai aufere do estrangeiro e de cerca 670 euros líquidos. Se o aumento que efetuarem for de 70 euros o que sobra para a medicação? Para as idas aos centros de saúde, etc.? para os gastos do dia a dia? De referir que o meu pai é ainda bastante autónomo embora tome bastante medicação.
A medicação, consultas, idas a hospitais e outras valências é tudo pago à parte por nós. No início ficou apalavrado que seria tudo incluído no valor pago mensalmente, o que não ficou lavrado no contrato. O contrato assinado por ambas as partes não serve para nada? Tudo o que foi exposto aqui foi falado por telefone e pessoalmente, não havendo nenhum documento escrito. Neste momento querem fazer uma adenda ao contrato que define o aumento em 70 euros. Não somos contra o aumento apenas não entendemos o valor ser tão alto, deveria ser um valor mais razoável e justo.
Fico grato por uma possível resposta para este aumento.
Obrigado.

 
 
       
 
António Manuel Community Builder Avatar   10.08.2017 (12:20:46)
comparticipação lar idoso numa IPSS Sim Não

Uma IPSS com a valência de Lar de Idosos com determinado número de camas devidamente licenciada pela Segurança Social, é comparticipada por esta em apenas cerca de 60% da capacidade aprovada. No calculo das mensalidades têm dois critérios: Para os utentes que tenham a sorte de ocupar as vagas comparticipadas (60%) pagam um valor fixo inferior. Os restantes utentes (40%) porque estão excluídos sem culpa alguma, da comparticipação da SS e por vezes até, com rendimentos muito inferiores aos que beneficiam da comparticipação, é-lhes aplicada uma mensalidade cerca de 35% mais elevada.
Gostaria de saber se está correto este procedimento, ou se para ambos os casos o critério de cálculo é sempre baseado na fórmula da SS, não podendo em caso algum ultrapassar o custo real do utente apurado pela IPSS, desde que mencionado no respetivo regulamento interno.

 
 
       
 
José Carlos Community Builder Avatar   03.09.2017 (00:47:15)
Resposta Sim Não

O procedimento é igual para todos

 
 
       
 
Maria Gomes Community Builder Avatar   16.07.2017 (00:40:31)
Maus tratos a idosos Sim Não

Boa noite,

Tenho o meu pai com demência e está ao cuidado da minha mãe que não tem problemas além dos normais da velhice.

O problema só começa quando a minha mãe maltrata o meu pai a nível verbal, insultando-o de tudo o que é palavrão existente, acrescendo que neste momento o meu pai já se vai descuidando volta e meia piorando um pouco a situação.

A minha mãe, que acho normal não conseguir tratar dele pois é um homem bastante grande, não quer que ninguém venha cá a casa cuidar dele pois teria de pagar como é óbvio não lhe interessa.

Esqueci-me de mencionar que o meu pai tem duas reformas e a mais baixa delas é de 1000€, mas a minha mãe não tem interesse em pô-lo num lar pois assim não terá dinheiro para fazer a vida que quer.
Estou a contactar para saber a quem me dirigir para resolver esta situação.

Atenciosamente
Maria

 
 
       
 
Beatriz Madeira Community Builder Avatar   28.08.2017 (16:26:48)
Sim Não

Informação sobre lares comparticipados pela Segurança Social em http://sabiasque.pt/lares-comparticipados-pela-seguranca-social.html

Para procurar um lar homologado pela Segurança Social deve aceder à Carta Social em http://www.cartasocial.pt/index1.php

 
 
  Beatriz Madeira      
 
José Manuel Reis Community Builder Avatar   13.08.2017 (15:21:14)
A dificuldade de Pais Sim Não

Estimada, Maria ,
Vou tentar partilhar com VC o assunto que nos diz respeito, a dificuldades dos nossos pais a encarar uma realidade.
Em março 2004, fui informado das dificuldades reais que os meus pais tinham na vida quotidiana , mais propriamente a minha mãe (Problemas de Alzheimer ). Estando no estrangeiro, o que Fazer? Pedi ao meu pai que tinha ainda todas as suas capacidades intelectuais contrariamente a minha mãe, de vir ter comigo enquanto a sua mulher ficava em casa de uma irmã minha em Portugal. A sua chegada, o primeiro objectivo, foi de me ocupar da saúde precária : depressão e visão. 2- obj, fazer um pedido de ajuda domiciliaria a segurança social em Portugal, o que foi aceite de imediato e que o lar aceitou esta ajuda em previsão de os guiar para este serviço que é o mais adaptado para a situação. Três meses após, a minha mãe chegou para companhia do seu marido. Uma vez o casal reunido, o 3ro objectivo, foi de os convencer de aceitar esta ajuda domiciliaria que não foi tão fácil , o meu pai insistia que a sua esposa ainda era capaz de fazer frente a situação e então recusavam ajuda exterior. O tempo ia passando e conversa andava sempre a volta do mesmo, dizendo: não quero ninguém lá em casa, a tua mãe ainda vai fazendo o comer etc. etc. A saber que a estadia deles na minha companhia aqui, era provisória. O problema de aceitar ou não aceitar ajuda, vinha mais do marido que da esposa, enquanto ele não dissesse a palavra sim, a esposa ajudava-o a recusar.
Regressar ao seu domicilio sem uma decisão, era continuar na situação interior.
Durante alguns meses, notei as grandes dificuldades da minha mãe : esquecimento das coisa, incontinência, confusa motricidade reduzida etc. .
Visto não haver resultado nas minhas proposições, tentei deixa-los frentes as dificuldades que eles viviam quotidianamente. Por 3 vezes consecutivas deixei o necessários para a confecção do almoço enquanto eu ia trabalhar. Resultado : a comida ou estava crua, ou cozida demasiadamente e o fogão por vezes ficava aceso (elétrico). Uma vizinha vinha sempre verificar se não havia perigo. Hora o meu pai, ficava bravo e quando eu chegava do trabalho, verificava que ele não estava satisfeito e a esposa, com um ar triste .
Com esta realidade, a minha conversa com eles sobre a ajuda domiciliaria era cada vez mais exigente e firme. Ao ponto onde tive que dizer que se eles não aceitassem essa ajuda, regressavam a Portugal na mesmas condições visto que a vida deles era em Portugal e não aqui comigo. Entretanto fomos dar um passeio pelos campos em fevereiro 2015, assentados num banco voltei a enumerar as dificuldades e ao fim da conversa o meu pai diz ! Olha mulher, vamos ver o que é, pois se for bom continuamos se não, logo se vê.
O meu pai ficou comigo 24 meses e a minha mãe 11 .
Em 21 de junho 2005, o casal regressou ao seu domicilio, uma semana após, cheguei eu para receber o almoço e partilhar com eles. Nessa semana a comida foi de excelente qualidade, bem condicionado, boa quantidade. O serviço domiciliário prestou os serviços necessários para que os meus pais continuassem juntos uma vida mais longa possível.
Como vê, não é fácil, foi preciso mãos de veludo paciência muito dialogo. Alguns Pais não estão preparados para enfrentar esta realidade. Para eles, isto é uma forma de violência e uma perca dignidade .
Com a ajuda domiciliaria, eles já tinham um pé dentro do lar em caso : um tempo depois o meu pai entrou no Lar e em seguida a minha mãe. Em 2010 o meu pai faleceu e a minha mãe se encontra acamada e vive no seu mundo.
Espero que estas linhas lhe ajude um pouco.
Queira receber os meus melhores e sinceros comprimentos.
José Reis



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Maria Gomes Community Builder Avatar   13.08.2017 (16:05:19)
Dificuldade com os pais Sim Não

Boa tarde José Reis,

Obrigada pela ajuda, vou sem dúvida pesquisar e ver como posso ajudar os meus pais.
Muito obrigada mais uma vez
Atentamente
Maria

 
 
       
 
Maria do Carmo Sousa Pestana e Costa Community Builder Avatar   08.07.2016 (19:42:23)
Denuncia de maus tratos em lar Sim Não

Boa tarde
Colocamos a minha mãe numa casa familiar em Salvaterra de Magos, Lar das Palmeiras porque não encontramos nada aqui por Lisboa que fosse um espaço com area livre para não se sentir presa e esta casa aparentemente oferecia estas condições. Quinze dias depois as minhas irmãs foram visita-la e estava completamente drogada a trocar as palavras e cheirava a medicação de psiquiatria, chamaram os bombeiros contara a responsável que não queria. Desmaiou logo de seguida e estava muito fria a babar-se toda. A opinião dos bombeiros foi igual pois nessa semana já era a sexta vez que iam a essa casa levar pessoas para o hospital. Pergunto o que leva estas pessoas sem escrúpulos a drogarem pessoas principalmente a minha mãe que é uma pessoa calma? Claro que já não voltou para lá e está em minha casa onde irá continuar. a segurança social não recebeu a queixa porque aplicar medicação não é considerado crime. Fizemos queixa à delegação de saúde mas até agora não recebemos resposta. Gostava que alguem me indicasse onde posso fazer queixa desta situação pois neste momento existe mais idosos lá a passarem o que passou a minha mãe. Obrigada.

 
 
       
 
tradulurdes@sapo.pt Community Builder Avatar   08.11.2016 (11:01:48)
Só pensam no dinheiro Sim Não

É por isso que eu prefiro ter o meu pai em casa por muito que haja quem não concorde.
Nos lares querem maximizar os rendimentos e minimizar o trabalho. Idoso drogada é idoso parado.
Claro que não são todos mas as probabilidades são um facto.
Se até os bebés são drogados para não darem trabalho, imaginem os idosos que são muito mais pesados. Enquanto estão a dormir os funcionários podem andar na quadrilhice enquanto os proprietários arrecadam a nota.
Embora não tenha provas, tenho quase a certeza absoluta que o meu filho mais novo foi dopado pela bandida a quem o entreguei para guardar. Que pena eu ter sido uma grande cobarde na altura. Ela tinha levado um grande apertão se eu pensasse como penso hoje, alguns 30 anos mais tarde.
A humanidade é uma espécie em que a grande maioria esconde o lobo vestido de cordeiro.

 
 
       
 
Beatriz Madeira Community Builder Avatar   13.07.2016 (17:43:10)
Sim Não

Deixamos-lhe as nossas sugestões de entidades que consideramos adequadas para apresentar a sua reclamação, sublinhando que o deve fazer por carta registada e com aviso de receção, incluindo para a Seg. Social. Importa frisar que deve incluir na sua carta a referência ao facto de estar a enviar esta carta também para outras entidades (e referir quais):

DECO - ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
PROVEDORIA DE JUSTIÇA
MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL CIG - COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO
ERS - ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE
SEGURANÇA SOCIAL - Serviços Centrais e Centro Distrital

Poderá encontrar os contactos destas entidades em, ou a partir de, http://sabiasque.pt/familia/noticias/2352-denunciar-ou-apresentar-queixa.html

É a denúncia que impede que a situação se perpetue, obrigada!

 
 
  Beatriz Madeira      
 
Lurdes Community Builder Avatar   01.07.2016 (16:07:43)
Vêm Sim Não

Citar :

A sua ideia até é boa mas ...
Depende das personalidades!
Há pessoas muito difíceis e parece que quanto mais idosos são, pior ainda.
Eu estou a cuidar do meu pai em casa com a ajuda da minha mãe. Ambos têm 81 anos de idade, o meu pai está com demência e a minha mãe com a fragilidade própria da idade.
Os serviços locais de apoio ao idoso veem a nossa casa 2 vezes por dia, todos os dias do mês. Além disso, temos que contratar ainda pessoal adicional para vir duas vezes por semana cozinhar e deitar o meu pai que está totalmente dependente de nós.
É muito difícil para quem é empregado (que é o meu caso), contudo, não concordo em colocar o meu pai num lar porque sabe Deus as situações a que ele seria submetido. Há funcionários muito maus por lá segundo relatos que se vêm todos os dias na internet.
 
 
       
 
Sara Fernandes Community Builder Avatar   04.03.2017 (23:09:10)
Sim Não

No meu caso, só tenho de agradecer a Deus a sorte que tive em encontrar um lar com boas condições e gente maravilhosa. Infelizmente tive que procurar um lar para que uma tia minha fosse para lá. Além de viver a 350k de mim, nunca iria deixar o meu trabalho pois preciso desse dinheiro para viver. Ela não tem filhos, só me tinha a mim e a minha irmã. Procurei e quando fui aquele lar tive a sensação de que ia ser ali que ela ia ficar e que ia estar bem entregue. Ela foi completamente desorientada e em processo de demência talvez por ter sofrido 1 acidente vascular cerebral, a juntar os 80 anos. Os primeiros tempos foram terríveis pois ela estava completamente "louca" nada de nada. Quando no lar me disseram que ela teria de usar fraldas eu julguei mal, todos os q trabalhavam no lar, pois pensei que não queriam ter trabalho de a levar á casa de banho. Até ao dia em que passei o fim de semana com ela e percebi que ela estava incontinente, ( é incontinente crônica). Apesar de usar fraldas, com a medicação e todo o acompanhamento que tem tido, ela passou a estar mais orientado, deixou de ter conversas despropositadas pois deixou de delirar, tem horas para comer e dormir, dão-lhe a medicação a horas, deixou de ter "gosma" que sempre a conheci com esse problema. Deixou de ter fastio e começou a comer de tudo, coisa que antes não fazia. Só tenho a dizer bem e a lamentar que outros idosos não tenham os mesmos cuidados que ela.

 
 
       
 
carlos rosa Community Builder Avatar   17.04.2016 (13:34:06)
reformas e acessos a lares Sim Não

Todos nós temos conhecimento das dificuldades que há em arranjar lares tendo em conta as reformas.
Assim sugiro.
Juntarem-se 5 ou 6 idosos alugarem uma casa contractarem uma cozinheira e uma de limpeza, bem como uma avença com serviços médicos e somando todas as reformas, acrescendo subsidios da segurança social por certo dá para viver em melhores condições do que num lar
Gostaria de houvir os vossos comentarios
carlos rosa

 
 
       
 
Jose carlis Community Builder Avatar   12.11.2017 (17:48:28)
Ilegal Sim Não

Essa situação que propõe é ilegal á luz da nossa lei

 
 
       
 
Sofia Fonseca Community Builder Avatar   08.07.2016 (21:05:29)
Reformas e acesso aos lares: Sim Não

Olá Carlos Rosa,
Li o seu comentário e fiquei interessada em ter mais informação acerca da possibilidade de poder cuidar de 4 ou 5 idosos. Neste momento tenho a minha mãe com limitações devido a AVC. Não consigo coloca-lá num lar, pois eu iria sofrer imenso com essa decisão. E sei que ela aceitaria ir simplesmente pra não dar trabalho... Gostaria de saber se me podera indicar que medidas tomar pra poder colectar-me e fazer da minha própria casa um mini lar.
Obrigada

 
 
       
 
antonio faustino Community Builder Avatar   17.07.2017 (21:32:28)
comentario ao tema mencionado Sim Não

Ola Sofia e a ideia da casa e alguns idosos sempre foi avante? pois neste momento eu estaria interessado em colocar a minha mãe num espaço destes , pois saberia que iria ser bem cuidada, bem dependendo da zona de que estejamos a falar neste caso concreto na area da grande lisboa. Aguardo uma resposta sua. Obrigado

 
 
       
 
Lurdes Community Builder Avatar   01.07.2016 (16:05:57)
Houvir! Sim Não

A sua ideia até é boa mas ...
Depende das personalidades!
Há pessoas muito difíceis e parece que quanto mais idosos são, pior ainda.
Eu estou a cuidar do meu pai em casa com a ajuda da minha mãe. Ambos têm 81 anos de idade, o meu pai está com demência e a minha mãe com a fragilidade própria da idade.
Os serviços locais de apoio ao idoso vêm a nossa casa 2 vezes por dia, todos os dias do mês. Além disso, temos que contratar ainda pessoal adicional para vir duas vezes por semana cozinhar e deitar o meu pai que está totalmente dependente de nós.
É muito difícil para quem é empregado (que é o meu caso), contudo, não concordo em colocar o meu pai num lar porque sabe Deus as situações a que ele seria submetido. Há funcionários muito maus por lá segundo relatos que se vêm todos os dias na internet.

 
 
       
 
Maria silva Community Builder Avatar   14.04.2016 (23:40:33)
Pedido de esclarecimento Sim Não

Os meus pais vão entrar para um lar da Segurança Social , os valores que lhe atribuiram para pagar são: O meu pai que tem uma reforma do estrangeiro com o valor de 618.21euros vai pagar 460euros mensais. A minha mãe com uma reforma de 297.69 irá pagar 500 euros porque sofre de demência e já tem alguma dependência.
Pergunto terá direito a minha mãe a um suplemento da segurança Social?

 
 
       
 
Beatriz Madeira Community Builder Avatar   04.05.2016 (15:46:07)
Sim Não

Poderá ser aplicável algum subsídio ou complemento por dependência (ver em http://www.seg-social.pt/dependencia) ou algum aopio por carência sócio-económica (ver em http://www.seg-social.pt/carencia), mas apenas a Seg. Social poderá avaliar.

 
 
  Beatriz Madeira      
 
Salomé Community Builder Avatar   19.04.2016 (01:04:41)
Pedir informações Sim Não

Boa noite, Onde fica este lar pode facultar o contacto?
Obrigada

 
 
       
 
AnaPerfeito Community Builder Avatar   19.04.2016 (04:48:50)
Sim Não

Ola Salome, a pergunta era para mim ?

 
 
       
 
salome Community Builder Avatar   19.04.2016 (09:30:03)
informação Sim Não

Citar :

Os meus pais vão entrar para um lar da Segurança Social, os valores que lhe atribuiram para pagar são: O meu pai que tem uma reforma do estrangeiro com o valor de 618.21euros vai pagar 460euros mensais. A minha mãe com uma reforma de 297.69 irá pagar 500 euros porque sofre de demência e já tem alguma dependência.
Pergunto terá direito a minha mãe a um suplemento da segurança Social?
 
 
       
 
 

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