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Como calcular o pagamento do Lar de Terceira Idade?

Como calcular o pagamento do Lar de Terceira Idade? 4.6 out of 5 based on 107 votes.
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As comparticipações da segurança social são, normalmente, revistas todos os anos. No entanto há que averiguar a forma como são feitas estas revisões. Para isso deve ter-se em consideração o total de rendimento mensal do utente, que advém quer de pensões de reforma, invalidez, social ou outras, quer de bens próprios ou outros rendimentos que se apresentem com carácter de regularidade.

Existem vários tipos de respostas sociais para pessoas idosas
Existem documentos que têm de estar afixados nos lares
A mensalidade de um lar não inclui tudo o que é necessário para o idoso
Lares comparticipados pela Segurança Social

Tem-se também em conta que é permitida a comparticipação familiar sendo determinada proporcionalmente ao rendimento do agregado familiar. Por esta razão já existem instituições que solicitam o IRS do agregado familiar do idoso em questão. No caso do idoso, à data de ser integrado na instituição, viver sozinho, o seu agregado familiar é denominado isolado, nesta situação existem casos de instituições em que é solicitado aos filhos os seus IRS. A partir destes elementos é calculado o rendimento “per capita” de acordo com a seguinte fórmula:

 

         RF-D

R= ---------------

           N

 

Legenda:

R= Rendimento “per capita”

RF= Rendimento mensal ilíquido da agregado familiar

D= Despesas fixas

N= Número de elementos do agregado familiar

 

Contudo, a comparticipação familiar é determinada pela aplicação de uma percentagem sobre o rendimento “per capita” do agregado familiar. No caso de Lar de Idosos a percentagem é de 70% que poderá ser elevada até 85% do rendimento “per capita”, consoante a dependência do idoso, sendo 70% um idoso pouco ou nada dependente e 85% totalmente dependente.

A comparticipação familiar máxima calculada não pode exceder o custo médio real do utente apurado pela instituição, este valor é calculado em função do valor das despesas efectivamente verificadas no ano anterior com o funcionamento do serviço, em questão, sendo actualizado de acordo com o índice de inflação e em função do número de utentes que frequentam o serviço no mesmo ano. Quando a instituição ou serviço são novos, o custo real do utente é calculado com base nas despesas orçamentadas e o número de utentes previsto para o ano correspondente.

Todas estas informações devem constar no Regulamento Interno da instituição que é obrigatório. Poder-se-á também solicitar um esclarecimento por escrito ao Instituto de Segurança Social, através do livro de reclamações da instituição, também obrigatória a sua existência, e que não serve apenas para efectuar uma reclamação, mas também para pedir esclarecimentos.

Fonte: Modelo de regulamento das comparticipações dos utentes e seus familiares pela utilização de serviços e equipamentos sociais das instituições particulares de solidariedade social do Ministério do Trabalho e Segurança Social.


Maria Community Builder Avatar   21.08.2015 (16:06:17)
Apoio da Segurança Social Sim Não

A Segurança Social só dá para fazer os descontos no vencimento, mas na hora de nos vermos em situações críticas, não há um pingo de respeito e dignidade pelas pessoas,apenas sacam e fazem com que as pessoas se expoliem dos seus bens, ficando os filhos daqueles que necessitam de apoio na miséria! Afinal não é mesmo isso que pretendem ! Os mais ricos podem ter direito a lares da Misericórdia a preços ridículos! Este país em que vivemos é uma vergonha!

Maria

 
 
       
 
Beatriz Madeira Community Builder Avatar   25.08.2015 (16:07:11)
Sim Não

Cara Maria, boa tarde.

O sabiasque.pt existe para disponibilizar informação útil e/ou ajudar, sempre que possível, a encontrar possíveis soluções para problemas que surjam aos utilizadores que nos contactam.

Assim, nesta perspetiva, se houver alguma coisa em que possamos tentar ajudá-la, estamos ao dispor.

 
 
  Beatriz Madeira      
 
Augusto Rosa Martins Community Builder Avatar   12.03.2015 (15:03:59)
Internamento em Lar da Santa Casa Misericórdia de Mação Sim Não

Minha mãe, residia sózinha em sua casa, em Arreciadas,Abrantes, meu pai faleceu a 25 Janeiro de 2005, entretanto como fui sujeito a um transplante ao coração no Hospital Universidade de Coimbra, onde estive internado desde 9 de Janeiro a 8 de Abril, tendo permanecido ainda em Coimbra em casa alugada, acompanhado por minha mulher de 9 Abril a 31 Maio 2009, para ir todos os dias ao Hospital , ao serviço de transplantados para ser avaliado pelo médico cardiologista e fazer biópsias e exames complementares, a presença de minha mulher foi importante porque eu não conseguia sentar nem levantar e caminhar sózinho, porque estava com poucas forças, durante esse tempo minha mãe esteve na minha casa em Mação, e mesmo depois de eu ter alta hospitalar ela continuou vivendo connosco em minha casa, numa deslocação que fizemos a sua casa em Arreciadas, minha mãe ao caminhar caiu no chão, e levada ao Hospital de Abrantes ficou internada pois tinha fracturado o fémur da perna direita e foi sujeita a intervenção cirurgica, quando teve alta, não tinha possibilidades de a trazer para minha casa, pois tanto eu como minha mulher estavamos incapacitados de lhe dar assistência pois eu esta com uma incapacidade 76% e minha mulher com 60% devido a doença oncologica num seio que lhe foi retirado também em Coimbra a 9 de Novembro de 2009, perante o exposto a assistente social do Hospital de Abrantes a encaminhou para o Lar da Santa Casa Misericórdia de Mação, onde entrou a 13 de Julho de 2012 para a unidade denominada de A.I. sendo depois transferida para o lar idosos a 4 de Junho de 2013 e que até hoje ainda lá se encontra, na altura a chefe dos Serviços da Misericórdia nos disse que teriamos que entregar o vale da sua reforma velhice e viuvez, o que fazia todos os meses sem sequer abrir a carta onde vinha o vale, e nunca me foi entregue qualquer recibo de pagamento, só quando em Fevereiro de 2014 o pagamento passou a ser pago por transferência bancária e depois em dinheiro vi a saber quanto na realidade pagava pelo internamento de minha mãe, e nessa altura me deram um envelope onde vinha todos os recibos liquidados, ontem fui chamado pela Chefe responsavel pelo lar para ir assinar um contrato do internamento da minha mãe, o que estranhei, o porquê de só agora ser feito o contrato, mas ao me ser apresentado o documento para assinar, verifiquei que mencionava uma frase " de acordo com o regulamento interno deste lar" pedi para que me fosse facultado o referido regulamento, onde verifiquei que existia uma formula para calculo do valor a pagar, que era calculado no valor total anual do agregado familiar, deduzindo as despesas de saude e prestações de crédito a habitação, dividindo este valor pelo numero de pessoas do agregado familiar, que pensei eu que fosse 4, minha mãe, eu, mulher e filho, ao que me foi respondido pela Chefe que nós não pertenciamos ao agregado familiar, que apenas contava minha mãe, e que os restantes não pertenciam ao agregado familiar, pois que ela estava vivendo no lar. fiquei petrificado com a resposta, será que a Chefe esta´agindo correctamente, ou será que pode ser pode ser aplicada a formula do rendimento per capite, conforme consta no regulamento interno e no guia do idoso da Segurança Social, agradecia me dessem uma resposta como calcular o pagamento mensal do internamento no lar. fico muito grato pela atenção que dignem dispensar ao assunto e peço desculpa pela extensão do texto, mas é a minha forma de me exprimir.

 
 
  Augusto Rosa Martins      
 
Maria Rosário Community Builder Avatar   26.10.2014 (14:41:07)
Casas para idosos com apenas pensão de viuvez Sim Não

Boa tarde,

Sou desempregada e vivo com a minha filha que é estudante universitária e já tenho bastante despesas e para dificultar a minha situação, a minha mãe de 85 anos que não faz parte do meu do meu agregado familiar tem vivido comigo porque nenhum dos meus irmãos querem ficar com ela nem que seja uma vez por mês, alegando que têm dificuldade económica e falta de espaço em casa.

Além disso, a minha mãe não tem reforma, nunca trabalhou e ninguém se lembrou de tratar da sua reforma e tem apenas a de viuvez devido ao falecimento do meu pai.

Como não quero entrar em guerras familiares com os meus irmãos.

- Pergunto se não existe uma casa ou um lar onde eu possa por a minha mãe para passar (ocasionalmente) 7 a 10 dias para eu poder orientar a minha vida e estar mais descansada a todos os níveis.

Obrigada

 
 
       
 
António Grazina Community Builder Avatar   18.06.2014 (12:03:34)
Contribuição familiar em lar (IPSS) Sim Não

Agradeço informação acerca da contabilização ou não, das despesas com fraldas do utente (constantes da declaração de IRS) para cálculo da comparticipação familiar em lar de terceira idade.

 
 
       
 
Rita Community Builder Avatar   14.08.2013 (11:56:44)
Lar privado Sim Não

Bom dia,

O meu companheiro é filho unico, os eu pai faceleu à alguns meses... a sua mãe de 65 anos é cega e completamente dependente. a segurança social nada fez para que ela podesse entrar no lar da misericordia da terra... Ele paga 800€ de lar, ela recebe 300€ de reforma. O filho acarreta 60% do valor do lar, não falando na medicação que é à parte e são cerca de 100€ mensais.

Que apoios o estado "dá"?

O filho está em situação precária de trabalho... tem ordenados em atraso e além disso também tem despesas, inclusive renda de casa, de onde estamos em risco de sair por não termos dinheiro para pagar... atras disto também temos o pagamento do lar em atraso e os medicamentos. E isto é uma bola de neve, ela é uma senhora que necessita de muitos cuidados, eu trabalho e também não tenho disponíblidade para isso. Já tomei conta dela nos primeiros meses em que ficou viuva e é muito dificil, pois também tem disturbios psicológico.

Ele é filho unico e não tem ninguem que o ajude. Será que ele não tem direito a comer, viver e ter uma familia aos olhos do estado?


Na SS o que nos disseram foi que ela tem filho , tem familia que nos temos de safar sozinho. isto funciona mesmo assim? não há ajudas?

 
 
       
 
Rodrigo dos santos Community Builder Avatar   03.10.2013 (01:44:19)
ter algum apoio para poder reduzir a prestação do lar Sim Não

Bom dia em relação a essa situação tem de se falar com a segurança social
existe uma situaçao em que o acolhimento de idosos a segurança social dá um valor por pessoa de cerca de 450 euros
nao sei onde residem mas eu e a minha familia temos uma habitaçao em sintra onde residimos bastante calma a minha esposa de 31 anos é geriatrica e auxiliar acçao medica e eu cozinheiro com serviço prestado em hospitais com dietas etc
temos 2 filhos se pensar em colocar a sua mae / sogra os nossos valores serao de 600 euros mas como existe alguns protocolos com a ss sempre pode poupar dinheiro
se me quizer contactar encaminhe para o mail r........@s.........pt
que nos respondemos e podemos conversar

 
 
       
 
Beatriz Madeira Community Builder Avatar   23.08.2013 (11:32:57)
Sim Não

Cara Rita, bom dia.

Parece-nos que possa haver alguma negligência ou indolência por parte da Seg. Social que não está, claramente, a fazer o que deve para ajudar os seus beneficiários.

Sugerimos-lhe/vos 2 ou 3 coisas que podem fazer em simultâneo, se ou como acharem mais conveniente e apropriado:

1. Escrever uma carta para o Centro Regional da Seg. Social a expor a situação e a solicitar ajuda (formalmente).

2. Escrever uma carta para os serviços centrais da Seg. Social a expor a situação e a solicitar informação sobre o tipo de apoio que podem requerer e quais os procedimentos para o fazer.

3. Escrever uma carta para a Provedoria de Justiça (para Rua Pau de Bandeira 9, 1249-088 Lisboa; ou telefonando para Linha Azul: 808 200 084; ou fazendo a "queixa" on-line em http://www.provedor-jus.pt/queixa.htm) expondo a situação e pedindo a intervenção deles no sentido de "obrigar" a Seg. Social a encontrar uma solução para o vosso caso.

NOTA: todas as cartas devem ser enviadas por correio registado e com aviso de receção e devem guardar uma fotocópia de todas, depois de datada e assinada, juntamente com o respetivo registo e aviso de receção.

Podem, ainda, verificar se alguma das situações concretas (em baixo) se poderiam aplicar ao caso da senhora e família:

- http://www4.seg-social.pt/complemento-por-dependencia
- http://www4.seg-social.pt/subsidio-mensal-vitalicio
- http://www4.seg-social.pt/atendimento-para-pessoas-com-necessidades-especiais

 
 
  Beatriz Madeira      
 
Rita Community Builder Avatar   26.08.2013 (10:15:40)
Sim Não

Cara Beatriz,

Obrigada pelas suas indicações.
Dirigime a ss do distrito para perceber porque motivo não estavam a pagar 60% correspondentes à reforma do marido que tinha direito por ser viuva.
Fique de veras estupfacta pelo facto de me dizerem que a senhora não o ia receber visto nunca ter descontado para a ss e que tinha perdido direito também à reforma se sobrevivencia, mas que lhe ia ser atribuida a reforma do marido.. que por sinal é igual à que ela recebia, ou seja continua a receber os cerca de 300€. Ora a senhora nunca trabalhou por que não podia, não porque não querer.... e que não havia qualquer apoio e que o filho tinha responsabilidades (concerteza que têm, desde que consiga viver, o que não é possivel com o valor que fica no final de pagar o lar e a medicaçaõ.) Ao fim de varias conversas com as senhoras dos guiches, la me encaminharam para o assistente social que me falou no complemento social do idoso que vou tratar. Vamos ver o que dá. Obrigada.

 
 
       
 
Bruno Santos Community Builder Avatar   Website 12.04.2013 (10:13:43)
Hotel Geriátrico Vita Residence em Mirandela Sim Não

Já que tanto se fala em Lares de Idosos, aproveito para mencionar um Hotel Geriátrico do qual sou sócio. Aberto desde 2012 em Mirandela, Licença nº3/2012 da Segurança Social, com todo o conforto e qualidade de vida. Salas de TV, Estar, Atividades, Capela, jardim, sala de banho assistido, terraço, jardim, etc.

Preço de tabela desde 795€/mês sem entrada. Em Abril desde 636€/mês sem entrada para quarto duplo.

 
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  Bruno Santos      
 
 

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